domingo, 30 de agosto de 2015

Historia 3 - livro 4 capítulo 27 parte 13


Quando o jovem Posseidon chegou até o porto a marinha ainda defendia a cidade, porém Posseidon notou que ela não conseguiria por muito tempo, pois dispunham apenas de dois navios e um já estava pegando fogo, ameaçando afundar a qualquer momento, enquanto o outro não duraria muito tempo sob o fogo pesado dos piratas. Ele sabia o que tinha de ser feito, era hora de mostrar aos piratas o poder do avatar.

Primeiro Posseidon ergueu duas grandes pedras e as jogou em direção dos navios, uma caiu na água enquanto a outra acertou a proa de um dos navios piratas arremessando madeira par todo o lado. O jovem Posseidon ergueu mais uma, muito maior que os outras e a arremessou contra outro navio, porém antes que a pedra atingisse o algo ela foi destruída pelos disparos de canhões.

Logo depois da pedra ser destruída os piratas começaram a tirar no jovem Posseidon, os tirou passaram direto por ele e desintegraram a parede da casa logo atrás dele, por sorte não tinha mais ninguém lá. O jovem Posseidon decidiu que não podia continuar em área aberta e pulou no mar, usando a dominação de água para se aproximar dos navios piratas mais rápido.

O jovem Posseidon para baixo de uma dos navios piratas e então ergueu um grande pilar de gelo contra o navio que atravessou a madeira facilmente, como uma lança o gelo afiado atravessou o navio pirata com facilidade, Posseidon então decide expandir o pilar criando vários espetos de gelo, como galhos em uma árvore. Ele então desfez o gelo e seguiu para o próximo navio, depois disso não demorou para o navio atacado afundar, levando todos os piratas com ele.

O próximo navio já estava dando a volta, assustado com o que tinha acontecido com o companheiro. Dessa vez o jovem Posseidon optou por uma abordagem diferente. Ele foi até a superfície e observou que o navio estava próximo de um dos rochedos que protegiam Gran Juanes, então Posseidon utilizou a dominação de terra para provocar um deslizamento em cima do navio, porém ele acabou exagerando na dose e jogando pedras muito grandes em cima do navio e infelizmente ele estava muito próximo do navio.

O jovem Posseidon mergulhou rapidamente deixando os gritos de surpresa e desespero dos piratas para trás, mesmo usando a dominação de água para fugir dali rapidamente ele ainda foi surpreendido duas vezes pelas pedras que caiam bem em cima dele, afundando na água rapidamente trazendo pedaços do navio com elas.

Quando ele voltou a superfície notou que seu ataque não tinha destruído apenas um navio pirata, mas tinha acertado outro que ele nem tinha visto. Ele olhou ao redor a procura do resto dos navios piratas e viu as bandeiras negras fugindo em direção ao mar aberto, ele fechou a cara e gritou o mais alto que conseguiu:

-Ah não vocês não vão fugir! Não depois de causarem tanta destruição!

E então usa a dominação do ar para sair voando a toda velocidade atrás deles.

Historia 2 - capitulo 12 parte 7


Jungle Victor ficou observando a rotina dos guardas que passavam e tentava descobrir onde ficava uma das entradas secretas para os túneis subterrâneos, até que encontrou um estranho padrão e resolveu investigar.

Enquanto isso Scarlet já havia patrulhado um pouco mais da metade do segundo andar e decidiu parar em uma cafeteria para descansar um pouco, ela reparou que algumas pessoas a estavam evitando e olhando estranho para ela, como se a existência dela ali fosse algo completamente inconcebível, Scarlet então pensou que não fora uma ideia tão boa trazer sua arma.

O Jardim era vasto e calmo e deixava Leo Smith completamente relaxado, o barulho do vento nas árvores e som do rio artificial o surpreendiam, era uma das coisas que pensou nunca encontrar ali na capital. Ele aproveitou e se deitou na sombra de uma árvore, suas costas já estavam cansadas de ficar carregando aquela espada por ai.

Lobrenus mal tinha começado quando encontrou Cornellia em meio ao um punhado de pessoas, todas igualmente bem vestidas indo em direção a uma porta grande, quando estava preste a segui-los ele sente algo afiado cutucando suas costas, antes que pudesse se virar Ferb Hood diz:

-Lobrenus, que surpresa infeliz, veio terminar o que começamos do memorial.

-Não, vim impedir que VOCÊ termine o que começou lá no memorial.

-Tinha me esquecido como vocês eram persistentes, mas a partir de agora, acho melhor vocês irem embora. Temos agentes de olho no resto da sua party, uma única ordem e vocês todos vão pro saco.

-E quem é que dá essa ordem? Você?

-Quem me dera, são os “superiores”, sabe os cara com todo o dinheiro e o poder.

Ferb Hood guarda a faca e Lobrenus se vira para ele irritado e fala:

-Ferb, pare com isso, ainda não é tarde demais para parar com isso.

-Eu sei, significa que eu ainda tenho trabalho para fazer.

Fala Ferb hood seguindo em direção a porta onde Cornellia e os outros entraram, Lobrenus olhou ele entrar e depois olhou ao redor imaginando quem seria o agente que estaria de olho nele.

Enquanto isso Jungle Victor conseguiu aproveitar um momento em que os guardas se distraíram com uma criança que tinha se perdido dos pais e entrou em uma das entradas que ele tinha descoberto. Os corredores eram escuros e cheios de canos que soltavam uma fumaça mal cheirosa, seria realmente muito fácil para ele se perder ali. Logo quando ele para olhar ao redor aparece um homem, vestindo uma roupa de cozinheiro, correndo na direção dele com uma espada curta na mão esquerda.

 

 

 

 

 

Historia 1 - Capítulo 38 parte 2


Quando finalmente chegou a vez de Ferb ele foi levado por dois guardas para uma sala no final de um corredor estreito. Dentro da sala havia apenas uma mesa com uma balança em cima de uma mesa, sem entender nada Ferb se vira para os guardas e pergunta:

-Mas que porra é essa? O que está acontecendo aqui?

-Cala boca e entra aí.

Fala um dos guardas empurrando Ferb para dentro da sala e trancando a porta logo em seguida. Então, surgindo das trevas aparece um homem magro e alto, com a cabeça de um cachorro negro, Ferb fica olhando a criatura sem falar nada, ela no entanto apenas vai em direção da mesa e fala:

-Então você deve ser o cliente das 14:10, muito prazer, eu sou Anúbis e estou aqui para lhe aplicar o teste divino.

-Eita caralho, esse cachorro fala!

Fala Ferb um pouco menos tenso, Anúbis olha feio para ele e diz tirando uma pena branca de dentro da túnica:

-É claro que falo, afinal eu sou um deus, imagino que você não sabe como funciona o teste.

-Já falei que preferia estudar antes, mas se não tiver jeito...

Ferb para de falar quando Anúbis coloca a pena em um dos lados da balança e faz surgir um coração humano do outro lado e então diz:

-Bem, o teste começou, espero que não se importe, mas tenho de usar seu coração de verdade.

-Espera ai, esse ai é o meu coração? Então como eu continuo vivendo?

Pergunta Ferb chocado, Anúbis olha para ele com uma cara de poucos amigos e não respondeu à pergunta.

Por alguns segundos a balança fica oscilando, até que ela finalmente fica exatamente equilibrada, Anúbis a encara curioso e Ferb pergunta:

-Tá legal, e agora?

-Eu não sei...se seu coração fosse mais pesado que a pena você iria para o inferno, mas se fosse mais leve você poderia ficar no céu.

-Então...e se ficar no meio?

-Ai lascou cara, faz tanto tempo que isso não acontece que eu não me lembro o que fazer.

-Pega o manual então!

-Não existe manual!

Grita Anúbis um pouco irritado, Ferb já estava se preparando para brigar com ele quando alguém bate na porta e um anjo entra na sala falando:

-Aew Anúbis, fiquei sabendo que teu bagulho deu ruim, significa que tu tá dispensado do teu trampo né?

-Eita Azel, já está na hora? Pensei que ia dar tempo de bater meu ponto.

-Relaxa ai cara, esse é o tal do Ferb né? Tem alguém aqui querendo falar contigo.

Diz Azel abrindo a porta, Ferb fica encarando uma nova figura entrar na sala sem acreditar nos seus olhos, era Katniss.
"O teste divino"
 

 

terça-feira, 25 de agosto de 2015

Historia 3 - livro 4 capítulo 27 parte 12


Posseidon e seus amigos saíram correndo do bar, as pessoas corriam desesperadas nas ruas enquanto mais bolas de fogo bombardeavam a cidade, Posseidon notou que elas estavam vindo da direção do mar, foi então que ele vários navios atirando contra a cidade. A primeira coisa que ele pensou foi em destruir os navios, porém se lembrou de sua família, ele precisava garantir a segurança deles primeiro, sem falar que a marinha já estava se mobilizando para repelir os navios.

Naquela época ele morava em uma pequena mansão na parte alta da cidade, longe do alcance dos tiros de canhão, pelo menos por enquanto. Ele correu até sua casa, demorou um pouco para chegar pois a casa ficava do outro lado da cidade. Stef-any assistia a tudo intrigada, com certeza aquele era um momento importante na vida de Posseidon, mas o Posseidon mais velho permanecia ao seu lado sem dizer nada e parecia tão entretido com aquilo quanto ela. Ao notar que Stef-any o encarava Posseidon se virou para ela e disse:

-Essa parte é importante, por que não olhamos mais de perto?

-Hunf, agora eu já sei o que fazer, não vai mais me surpreender tão facilmente.

Responde Stef-any subindo na lateral do navio e mergulhando nas imagens, assim como aconteceu antes Stef-any caiu no meio das memórias de Posseidon, no meio da rua caótica de Gran Juanes, o velho Posseidon apareceu logo depois e então eles seguiram o jovem Posseidon.

Quando o jovem Posseidon chegou até a entrada da casa estranhou que o portão de ferro tinha sido derrubado, mas o mais suspeito era que ele tinha caído para o lado de fora, como se alguém tivesse saído correndo. Stef-any pode ver o terror se formar nos olhos dele quando ele correu na direção do casarão silencioso, ela olhou para Posseidon ao lado dela e perguntou:

-Não me diga que...

-Sim, estão todos mortos, meus pais, meus irmãos e irmãs, tios e tias, primos e primas, avós e avós; ninguém escapou, nem os servos foram poupados.

Stef-any ficou ali parada, se lembrando da noite em que sua família também fora assassinada, ela volta a memória de Posseidon quando um grito brutal vindo de dentro da casa a acordou, momentos depois o jovem Posseidon saiu voando pelos céus em direção ao porto. Quando Stef-any se levantou para ir atrás dele Posseidon a segurou e disse:

-Não há necessidade, minha casa tem uma vista privilegiada do que está por vir.

Posseidon a guiou até um pequeno mirante em uma extremidade do local onde tinha um banco para eles se sentarem e bem como Posseidon disse, tinha uma linda vista panorâmica de toda a cidade e da batalha naval que se desenrolava no porto.

A cidade de Gran Juanes agora ardia em chamas, de lá de cima Stef-any podia ver as pessoas correndo de um lado para o outro no labirinto de ruas da cidade, algumas corriam para o interior da ilha em busca de abrigo e escapar do alcance dos morteiros inimigos, outras levavam baldes com água para tentar apagar os focos de incêndio.
"Ataque a Gran Juanes"
 

Historia 1 - Capítulo 38 parte 1


Capítulo 38

Ferb no paraíso

Ferb estava andando em um estranho chão feito de nuvens, ele vestia apenas uma toga grega, também conhecido como vestido masculino, geralmente ele teria reclamado pelo ventinho que sentia nas partes baixas, mas pensar que estava andando em nuvens e que por isso podia cair a qualquer momento o distraiam.

Ele andou até um grande portão dourado, olhou ao redor atrás de algum porteiro gigante ou de uma campainha, mas não encontra nenhum. Sem saber o que mais fazer ele bate no portão e grita:

-Tem alguém ai? To procurando que é que manda nessa bagaçada!

De repente o portão se abre com um barulhão, uma luz brilhante vinha do outro lado que ofuscou Ferb por alguns momentos, quando ele abriu os olhos novamente nota uma figura muito familiar indo ao seu encontro, era Kratos que disse:

-Ferb, finalmente cara, bem-vindo ao céu.

-É o que cara? Eu to no céu? Quer dizer que eu morri? Como? Quando? Como tu aguenta usar esse vestido? Qual a senha da Wi-Fi?

-Nossa, quantas perguntas, vamos com calma, todas as suas perguntas serão respondidas em breve, mas por enquanto eu preciso que você venha comigo até...

-Pra onde você quer me arrastar dessa vez miséria?

-Só me segue caralho! E sem mais perguntas!

Grita Kratos já sem paciência.

Enquanto andavam, o chão de núvens foi sendo substituido por um belo gramado florido, Ferb continuou calado enquanto seguia Kratos pelo paraíso, eles foram direto para um lugar chamado como Sky Hall, a “prefeitura” do paraíso. Quando Ferb entrou ele se virou para Kratos e perguntou:

-Afinal, o que eu vim fazer aqui?

-Aqui é onde você fará o teste divino.

-Ta falando do ENEM? Ou é algum tipo de vestibular? Por que se for eu queria pelo menos meia hora para revisar e tal...

-Ai caramba, pelo sangue de Zeus, cala a boca e vai pra lá!

Fala Kratos esfregando os olhos de frustração e raiva e apontando para um balcão com uma fila de tamanho considerável.

"Paríso"

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Historia 3 - livro 4 capítulo 27 parte 11


Stef-any se trancou no seu quarto e avisou que não queria ser perturbada, disse que tinha coisas importantes para resolver, quando na verdade ela só queria dormir o máximo que pudesse. Enquanto dormia ela sonhou que estava na sua cabine quando Sasha aparece na sua forma de leão dourado dizendo:

-Stef-any, parece que muita coisa aconteceu, mas Posseidon me disse que queria falar com você enquanto descansa.

-Hunf, parece que Posseidon finalmente decidiu continuar sua história de vida, muito bem Sasha, me leve até ele.

Fala Stef-any se levantando da cama e seguindo Sasha em direção ao convés, como que por mágica as portas se abriram sozinhas, geralmente Stef-any pensaria em como aquilo era legal, mas ela estava cansada demais para se encantar com cada surpresinha que o mundo espiritual lhe reservava.

O convés estava completamente deserto, com exceção de Posseidon que observava o mar da frente do barco, Stef-any foi até ele observando que o mar que rodeava o barco não era azul como no mundo humano, era uma água rosa escura que borbulhava como se estivesse fervendo.

Quando chegou do lado de Posseidon ele se virou para ela e disse:

-Você demorou e parece que andou bastante ocupada.

-Você que demorou pra caramba pra decidir continuar sua história, tipo uns dois capítulos.

Retruca Stef-any notando que Posseidon estava usando uma daquelas janelas mágicas que permitiam ver as memórias, na água do mar e a cena que estava passando dessa vez era justamente a luta de Stef-any contra A, no momento em que A morre Posseidon se vira para Stef-any e fala:

-Você realmente precisa melhorar sua luta de espada, sua postura era totalmente errada e cheia de pontos vulneráveis, sorte sua que o modo avatar foi ativado.

-Sabe, tem uma coisa que eu não entendo, por que eu perco a consciência quando entro no modo avatar? Sabe, geralmente só se perde o controle do corpo, mas no meu caso eu perco tudo!

-É por que você ainda é fraca, em todos os aspectos, mesmo tendo dominado os quatro elementos, você ainda é uma garotinha fraca.

-Nossa, não precisa humilhar, eu sei que sou fraca e é por isso que estou sempre treinando, para ficar forte e salvar este mundo.

Responde Stef-any naturalmente, Posseidon se vira para ela e a encara por um tempo, depois solta uma rizada e diz:

-Háháháháhá, agora eu vejo como somos diferentes; sabe eu nunca tive essa necessidade de me fortalecer e sempre fui orgulhoso demais para admitir que era fraco demais, pensando agora, isso pode ter sido a minha ruína.

-Há, acredite, admitir que é fraco nunca tornou ninguém mais forte, acredite em mim; se esse fosse o caso eu seria o avatar mais forte que já existiu.

Disse Stef-any rindo, tentando animar Posseidon que sorri e se vira de volta para a imagem na água que tinha mudado de cena, dessa vez Posseidon estavam no porto Gran Juanes tomando jantando com alguns amigos, quando de repente uma bola de fogo explode do lado de fora do restaurante.

Historia 2 - capitulo 12 parte 7


A Grande Cúpula ficava quase do outro lado da cidade, porém o trânsito estava tão ruim que eles decidiram descer duas quadras antes e terminar de chegar a pé. A segurança na entrada do local era bastante rigorosa, os guardas revistavam tudo e todos que entrava, a B.E.P. só pode entrar com suas armas por que hunters licenciados pela guilda tem autorização para levar suas armas para onde quiserem.

A Grande Cúpula era um prédio redondo feito de metal e placas que absorvem a luz e o calor do sol as transformando em energia que alimenta o complexo e no meio havia uma grande área verde que era usada como jardim, no interior haviam apenas três andares, porém tão grande que da entrada Leo Smith não conseguia enxergar o fim do prédio do outro lado. Além de ser grande, o local estava lotado, como se toda a capital estivesse tentando se espremer ali dentro.

Mantendo o foco no que era importante Jungle Victor fala com Leo Smith:

-Aew Leo, fica esperto, se não agirmos logo todas essas pessoas correrão grande perigo.

-Tem razão, vamos nos concentrar em achar o Ferb.

Fala Leo Smith voltando ao mundo real, ele olha ao redor se sentido meio perdido na multidão, Lobrenus então se aproxima e sugere:

-Esse lugar é grande demais pra nos quatro, é melhor nos separarmos.

-Tem razão; Leo, você investiga o primeiro andar; Lobrenus o jardim; Scarlet, você procura no segundo andar e eu vou procurar um subsolo, estacionamento, ou qualquer coisa parecida.

Fala Jungle Victor, os companheiro concordam com ele e se separam.

Leo Smith acompanhou Lobrenus até a entrada do jardim e depois seguiu pela esquerda, Scarlet subiu a escada para o segundo andar que estava um pouco mais vazio, mas era igualmente grande e vasto como o inferior. Jungle Victor perguntou a um dos seguranças da entrada se havia algum nível subterrâneo e o segurança disse que existe um grande complexo de túneis no subterrâneo, porém a entrada era restrita a funcionários e todas as entradas eram fortemente guardadas.

Jungle Victor sabia que um labirinto subterrâneo, passagens secretas e um nível intimidador de seguranças não iriam parar Ferb Hood, nunca tinha parado antes pelo menos; então ele não tinha outra escolha se não encontrar uma dessas entradas.
"Grande Cúpula"