Primeiramente gostaria de agradescer a todos os leitores por acompanhar essas histórias sem sentido algum, a não ser o divertimento e o humor.
Gostaria de informa-los que devido a problemas mentais, emocionais, psicológicos, pessoais, financeiros, políticos, impessoais do caso reto, indústriais, monetários e principalmente mentais; que ocorrerá uma pausa nas postagens, que deverão ser retomada apenas na segunda metade de JUNHO.
Agradeço a compreensão de todos os leitores e sugiro que aproveitem o tempo para reler as postagens mais antigas e se divertirem com elas (ou não).
quarta-feira, 25 de março de 2015
sexta-feira, 20 de março de 2015
Historia 3 - livro 4 capítulo 27 parte 4
A ilha
escolhida era consideravelmente grande, o navio de Treta aportou perto da praia
para que a tripulação pudesse ajudar rapidamente caso acontecesse alguma coisa.
Treta, A e Nero foram deixados na praia por dois marujos que ficaram para trás
para vigiarem o bote.
O local do
encontro era uma grande tenda armada em uma clareira com uma grande mesa
arrumada, os generais da marinha estavam em pé ao lado da mesa, vestindo o
mesmo traje branco e azul e para a surpresa de Stef-any, um deles era uma
mulher.
Ao se
aproximar os generais se apresentaram um a um educadamente, o mais alto era o
general Pooh, o mais velho era o general Khaz e a última e mais jovem era a
almirante Shaay. Eles se sentaram à mesa e então surgiram quatro garçons segurando
bandejas de prata que se posicionaram um em cada canto da mesa.
Quando o
jantar chegou Stef-any sentiu uma sensação ruim, como se de alguma forma já
soubesse que alguma coisa ruim iria acontecer, então se lembrou da noite em
Mirassol em que um encapuzado matou o Ditador e ferrou a resistência, nesse
momento olhou para A desconfiada.
Depois disso
Stef-any não conseguia mais se concentrar na importante conversa de Treta e A
com os generais da marinha, entendia apenas alguns trechos, porém sua mente
vagava de A e aquela noite. Seu pensamento foi interrompendo por A que se
levantou da mesa dizendo:
-Com licença
cavalheiros e senhorita, preciso ir ali na moita tirar a água do joelho.
-Fique à
vontade senhor A, desde que não demore muito.
Disse Pooh
com um aceno, Stef-any então observou A correndo em direção ao mato escuro e desaparecendo
em meio a folhagem densa, Sheey notou que Stef-any estava distraída e disse:
-Algo o
preocupa capitão Nero? a comida não está a seu agrado?
-Ah não é
nada, apenas fantasmas do passado e um mal pressentimento.
Fala Stef-any
comendo um pouco porém agora todos na mesa a encaravam curiosos, Stef-any
engoliu a comida e disse:
-Treta, me
desculpe mas eu não confio em A e acho que ele está aprontando alguma coisa.
-Ele é um
pirata, é normal desconfiar dele; porém assim como você ele é um membro da
irmandade e desconfiança é algo que não deve existir entre nós.
Fala Treta
seriamente, depois toma um gole do suco e fala:
-Por que vocês
dois não resolvem logo seus problemas? Vá atrás dele e tire suas dúvidas.
-Tem certeza
de que é uma boa ideia?
Pergunta
khaz, Stef-any se levanta da mesa e ajeita o casaco se retirando e então Sheey
também se levanta falando:
-Eu vou
junto, caso aconteça alguma coisa e para deixar o capitão Treta mais à vontade.
-Realmente
não precisa, posso resolver isso sozinho.
Fala
Stef-any parando para impedir Shaay, porém Shaay não para e a puxa pelo braço para dentro do mato
na direção em que A foi.
Historia 2 - capitulo 12 parte 2
Ignorando a
curiosidade pela arma de Ferb Hood ele se encontra com o resto de sua party no
saguão do hospital, Scarlet foi correndo abraça-lo falando:
-Ainda bem
que você está bem, estava tão preocupada, não devia ter feito aquilo.
-Te salvar
de uma flecha? Sinto desaponta-la mas farei isso sempre que possível.
Responde Leo
Smith rindo e então nota que Lobrenus e Jungle Victor não estavam ali e então
pergunta para Scarlet:
-Cadê o
resto do pessoal?
-Ah, eles
cansaram de te esperar e de ficar no meio dessa muvuca, então foram procurar um
lugar para dormir, Lobrenus me disse que ligava quando decidissem o hotel.
-Então o que
você me diz de sairmos só nos dois e explorar a vida noturna da capital?
Pergunta Leo
Smith audacioso, Scarlet ruboriza e demora um pouco para responder:
-Claro,
enfim vamos passar um tempo sozinhos, já não era sem tempo.
Enquanto
isso Lobrenus a Jungle Victor estavam em um bar da capital observando o
movimento e paquerando as garçonetes, até que Lobrenus se virou para seu
companheiro e disse:
-A gente não
devia estar procurando um Hotel, ou coisa parecida?
-A gente tá
é precisando relaxar, não paramos quietos um dia sequer.
-Nisso você tem
alguma razão.
Fala Lobrenus
brindando com Jungle Victor mais uma caneca de cerveja, um homem sentado ao
lado deles se juntou a conversa:
-Então, vocês
querem um lugar massa pra relaxar na cidade?
-Opa amigo,
será que pode quebrar essa galho pra gente?
Diz Jungle
Victor se virando para o homem e reconhecendo Lamoura que sorriu e disse:
-Esta é a maior
cidade de todo o império e parece que não é grande o suficiente para nós, não é
mesmo rapazes?
-Lamoura, a
quanto tempo seu desgraçado, sabe alguma coisa sobre explosivos ou atentados
terroristas?
Diz Lobrenus
meio irritado, Lamoura logo ligou os pontos e disse:
-Calma lá
rapazes, não sei de nada sobre o que aconteceu no memorial, quer dizer que o
meu cliente foi o responsável por aquilo?
-Imaginamos
que sim, quer dizer que não sabe mesmo de nada?
Pergunta
Jungle Victor desconfiado, Lamoura mostrou as mãos e disse:
-Juro por
todo o dinheiro na minha conta bancária falsa; enfim eu conheço um hotel massa
na cidade, um dos melhores.
-De quantas
estrelas estamos falando?
Pergunta
Lobrenus animado, Lamoura sorri e diz:
-Elder
Palace, Quatro estrelas, parece estar ocorrendo alguma espécie de convenção nele
por isso o preço está bem camarada.
-Acho que
podemos dar uma olhada nesse Elder Palace.
Fala Jungle
Victor esvaziando a caneca de cerveja.
Historia 1 - Capítulo 37 parte 1
Capítulo 37
Novo Hitler e as
relíquias da morte
Parte 1
A Dra.Stefany e Posseidon tomavam um café a sós na estação de trem da
Avenida Hexagonal, conversando sobre o que tinha acontecido, Posseidon deu um
longo gole no café e depois disse imaginando se sua esposa estava chateada com
ele:
-Então, tem algum plano?
-Eu não sei, estou em dúvida; pessoalmente prefiro uma abordagem
direta, entrar lá com armamento pesado e matar tudo mundo; porém tem uma galera
pedindo pra fazer que nem no filme e...
-E o que?
Grita Posseidon interrompendo a Dra.Stefany e assustado todos no café,
depois de se acalmar a Dra.Stefany diz:
-Não precisa grita, só ia dizer que talvez a gente consiga entra lá
discretamente e roubara as relíquias, afinal Esquidolfo e Neto parecem ainda
estar vivendo no mato lá perto.
-Desculpe, estou muito tenso desde que perdi meu tridente pro Loki.
-Não se preocupe, de um jeito ou de outro vamos recupera-lo.
Diz a Dra.Stefany pondo as mãos sobre as de Posseidon para
reconforta-lo.
Enquanto isso Igor e Lady Elisama saíram para namorar e fazer compras
nas lojas da Avenida Hexagonal, assim como Asminapira e Emily que foram ao
cinema aproveitar o momento antes de enfrentar o Novo Hitler.
No dia seguinte Lady Elisama acorda com a Dra.Stefany batendo na porta
do seu quarto em um motel, ao se levantar para abrir a porta ela se assusta ao
ver Igor deitado ao seu lado e grita, ao ouvir o grito Igor acorda e a
Dra.Stefany arromba a porta, ao ver a cena com os dois vestindo apenas as
roupas de baixo ela grita:
-Que merda é essa aqui? o que vocês andaram aprontando?
-Não é nada, não é nada.
Grita Lady Elisama tentando esconder Igor, ele corre para debaixo da
cama e depois foge pela janela aberta deixando as duas sozinhas.
quinta-feira, 19 de março de 2015
Historia 3 - livro 4 capítulo 27 parte 3
Stef-any
tomou um banho rápido e quando saiu a roupa que A tinha prometida de entregar
estava ostendida em cima de sua cama, Amy-lee já estava a espera dela e disse:
- Não se
preocupe, Edward já revistou essa roupa dez vezes atrás de escutas ou localizadores
ou qualquer outra coisa que não fosse tecido.
-Muito bem,
não sei se era preciso mas reconheço que não posso me descuidar com A.
Fala
Stef-any já amarrando o cabelo e se sentando na cômoda para preparara a
maquiagem. A roupa de A era feita de um tecido duro e resistente, o que deixava
a roupa um pouco pesada e desconfortável, por sorte Stef-any ficou aliviada de
não ter nenhum capuz.
Quando
terminou de se arrumar foi se encontrar com A no navio do capitão Treta, para
a surpresa dela a ainda não tinha chegado e o capitão Treta a chamou para
conversar. Ao se aproximar do homem que estava igualmente bem vestido ele disse:
-Então,
capitão Nero, pronto para o jantar mais emocionante de sua vida até agora e
muito provavelmente o mais perigoso?
-Eh, desculpe
senhor acho que não entendi muito sua pergunta, sei que um jantar com piratas
costuma ser bem animado e fugir do controle, mas não sei se chega a ser tão
perigoso.
-Hahahahaha,
você me diverte capitão Nero, parece que ainda não entendeu do que se treta o
nosso jantar.
Fala Treta
morrendo de rir, Stef-any olha para ele confusa e ele então diz recuperando o
folego:
-Nosso
jantar não será entre piratas, nos três vamos jantar com o comandante da
marinha real para tentarmos um cessar fogo geral; pelo amor de Posseidon, porque
acha que eu exigi traje formal? Hahahaha.
Stef-any
ficou em silencio, aquilo tinha pego ela de surpresa e a deixado em palavras,
Treta continuou rindo até que se virou e disse:
-Capitão a,
finalmente apareceu, capitão Nero e eu estávamos a sua espera.
-Mil perdoes
capitão Treta e Nero, espero compensa-los pelo atraso algum outro dia.
Diz A
fazendo uma mesura, Treta ri e diz:
-Pare com a
formalidade rapaz, isso não combina com a nossa espécie.
A também foi
pego de surpresa e ficou calado, treta então gritou ao seu contra mestre:
-Já estão
todos aqui, pode zarpar quando estiver pronto.
-Ouviram o
capitão homens, soltara as amarras e recolher as ancoras!
Grita o contra
mestre para a tripulação, enquanto isso Treta leva Stef-any e A para sua
cabine, lá dentro havia um mapa da região com vários navios de madeira
espalhados, ele se aproximou da mesa e disse botando o dedo em cima e uma grande
ilha no extremo direito do mapa:
-O encontro
será nessa ilha, todos os capitães da marinha real deverão estar presentes.
-Não é meio
longe do resto da frota? Desse jeito estaremos em desvantagem se ocorrer um
ataque surpresa.
Comenta A,
Treta concorda com a cabeça e diz:
-Tem razão,
porém os piratas mentirosos e desleais somos nós, então o mínimo que podemos
fazer é confiar neles.
-E esperar
que tudo dê certo.
Termina Stef-any
evitando a vontade de encarar A com aquela cara de desconfiança.
Historia 2 - capitulo 12 parte 1
Capítulo 12
Rivalidade
Cornellia
levou Ferb Hood até o hotel de quatro estrelas onde estava hospedada, ao chegar
lá entregou uma chave para ele falando:
-Quarto
andar, bem afastado dos outros políticos para não levantar suspeitas.
-Espero que
isso não seja descontado do meu salário.
-Apenas seus
gastos do frigobar.
Responde
Cornellia rindo e deixando Ferb Hood sozinho no saguão enquanto ia se encontrar
com os outros representantes.
Depois da
explosão Leo Smith já estava melhor e conseguia andar sozinho então eles decidiram
passaram em um dos hospitais que lotava cada vez mais com feridos da explosão e
curiosos.
O médico
cuidou do ferimento de Leo Smith no próprio corredor do hospital, pois os
quartos estavam todos ocupados com casos mais graves. Quando terminou o
curativo o doutor se virou para Leo Smith e disse:
-Pronto não
há mais com o que se preocupar, o sangramento já parou e botei um gel que vai
acelerar a cicatrização, deve estar completamente curado pela manhã.
-Obrigado doutor,
só por curiosidade, há mais alguma coisa com a qual eu deva me preocupar?
Pergunta Leo
Smith se levantando do banco e vestindo uma camisa limpa, o médico olhou para a
prancheta e disse:
-Nada com o que
se preocupar, porém essa flecha é bem peculiar; o veneno é potente e de ação
extremamente rápida, mas não é letal.
-Potente,
mas não letal? Isso não pode ser natural.
Comenta Leo
Smith, mexendo no braço ferido, o médico faz um sinal para que ele parasse e
fala:
-De fato não
é, dá pra saber isso pela radiação emitida por ele.
-Radiação?
Como assim?
-A ação
rápida do veneno é causada pela ação de um agente radioativo, ainda não sei qual e nem se
é da flecha ou do veneno, mas o curioso é que a radiação se dissipou
completamente do seu corpo, então não precisa se preocupar.
Conclui o
médico liberando Leo Smith e indo atender outro paciente.
Historia 1 - Capítulo 36 parte 11
Não foi
difícil encontrar a entrada para a Avenida Hexagonal, um gentil unicórnio falante
os indicou o caminho para a entrada. Uma vez na avenida Hexagonal eles pegaram
um ônibus de três andares até a estação de trem onde eles pegariam um expresso
voador para a escola.
Quando eles
chegaram na estação notaram algo realmente muito estranho, haviam diversos
alunos da Incognityard na estação pegando trens de volta para casa, a
Dra.Stef-any avista Nick Fury sentado em um banco e vai falar com ele:
-Nick, o que
aconteceu? Porque está aqui?
-Ah Stefany,
minha querida aprendiz, pensei que tinham morrido.
Responde
Nick Fury se levantando do banco, Lady Elisma tinha seguido a Dra.stefany e
chegou dizendo:
-Não se
preocupe senhor, destruímos o vírus zumbi, agora não tem mais como o Novo
Hitler dominar o mundo.
-Ah que bom,
porém eu receio que você está meio equivocada.
-Nick, será
que dá pra me responder? O que aconteceu?
Pergunta a
Dra.Stefany seriamente, Nick Fury se vira para olhar ao redor, para os alunos
que entravam nos trens espalhados da estação, depois e vira e fala:
-O Novo Hitler
aconteceu; o maldito tomou a escola, matou Hugo Strugle e expulsou todo o resto
de lá.
-Como isso é
possível? Nos destruímos o vírus zumbi.
Exclama a
Dra.stefany surpresa, Nick Fury faz o sinal para ela falar baixo e continua
dizendo:
-Ele está em
posse das relíquias da morte, as mais poderosas armas mágicas já criadas.
-já ouvi
falar, mas pensei que fosse apenas uma história de criança.
Fala Lady
Elisama intrigada, Posseidon chega entrosado e pergunta:
-Vem cá, só
eu não sei o que são essas tais relíquias da morte?
-Você
deveria saber, as três mais poderosas armas mágicas que são a lança de Zeus, a
foice de Hades e...
-...O
tridente de Posseidon
Termina Nick
Fury olhando intrigado para Posseidon e então perguntando:
-Alguma
ideia de como ele conseguiu seu tridente?
-Eh que hã,
bem, eu troquei meu tridente com Loki para conseguir as informações de que
precisávamos.
Responde
Posseidon envergonhado e se retirando, a Dra.Stefany se vira para Nick fury e
grita animada:
-Não se
preocupe mestre, vamos recuperar a escola, não importa como!
-É isso ai,
eu não entendi direito, mas parece que está na hora do pau!
Grita Breno,
Leonardo e Victor ao mesmo tempo enquanto davam socos no ar.
terça-feira, 17 de março de 2015
Historia 3 - livro 4 capítulo 27 parte 2
Os dois
navios chegaram no bloqueio ao anoitecer e Stef-any enfim pode ver do que se
tratava o bloqueio. Diversos navios piratas estavam estrategicamente
posicionados atrás de ilhas e águas rasas que retardavam os navios da marinha
real que não passavam de diversos pontinhos no horizonte.
A e Stef-any
foram até o navio de quem estava no comando da operação, ambos foram sozinhos. Ao
chegar lá A a ajudou a sair do bote e falou:
-Está tão
empolgado quanto eu Nero? Ouvi dizer que o capitão Treta é um dos melhores
homens da Irmandade, isso além de ser seu fundador.
-O que?
Vamos conhecer o fundador da Irmandade?
-Mas é
claro, quem mais seria capaz de mobilizar e coordenar tantos navios piratas?
Responde A
abrindo caminho pelo deque, o capitão estava perto do timão olhando por uma
luneta em direção a um dos navios, ao se aproximar melhor Stef-any viu como o
homem era; Treta tinha uma grande barba grisalha cheia de tranças, não tinha
uma das orelhas e usava o cabelo curto penteado para trás.
Quando
percebe que os reforços chegaram Treta se vira para eles com um grande sorriso
no rosto e diz:
-Ah que bom
que vocês chegaram, já estava ficando preocupado.
-Viemos
assim que recebemos sua carta, o resto da frota já deve estar chegando.
-Não se
preocupe com isso, acabei de enviar ordens para distribui-la, desculpe-me a má
educação mas quem são vocês dois?
-Eu sou o
capitão Nero e este é o capitão A.
Fala
Stef-any estendendo a mão para cumprimente-lo, ele retribui o gesto e o repete
com A e então diz:
-Há muito
para discutirmos, porém agora não é o melhor momento; por enquanto retornem a
seus navios e voltem daqui a duas horas para um jantar, traje formal!
-Sim senhor.
Fala
Stef-any e a ao mesmo batendo continência, sem saber o porquê e depois dão meia
volta retornando ao bote.
Stef-any
estava com um terrível problema, não havia nenhum traje formal para ela, afinal
aquele era um navio roubado e não uma butique, porém A percebeu que algo a afligia
e falou:
-Por acaso você
tem algum traje formal Nero?
-O que? Eu
não, como você adivinhou?
-Não é
nenhuma surpresa, piratas não se preocupam com formalidade, por isso não se
preocupe, posso lhe emprestar um se quiser, parece que temos quase as mesmas
medidas.
-As mesmas
medidas? Eu acho meio difícil, mas mesmo assim aceito sua oferta.
-Pois bem,
pedirei que um marujo o leve para você mais tarde.
Responde A
quando eles chegaram ao navio dele e depois se despede voltando ao navio.
| "Bloqueio Pirata" |
Historia 1 - Capítulo 36 parte 10
Victor
ajudou um a um sair de dentro da caverna e depois Posseidon e Igor o puxaram
para fora, foi então que eles descobriram que tinha ido parar nas Arábias
Perdidas da Disney, um parque de diversão temático construído secretamente por
um sultão que adorava o filme do Aladim.
Asminapira,
Emily, Igor e Breno correram para ir em um dos brinquedos, Posseidon se virou
para a Dra.Stefany e disse:
-Eu acho que
Ferb tinha muita falta do que fazer, é sério.
-Com certeza
ele tinha muito tempo livre, vamos ali pegar informações.
Responde a
Dra.Stefany sinalizando para o guichê de informações mais próximo. Enquanto
isso Lady Elisama foi tentar abraçar o Mickey, ao vela se aproximando o homem
dentro da fantasia reclamou:
-Você não é
meio velha demais para abraçar o Mickey?
-Na Disney
não tem idade.
Retruca ela
abraçando ele mesmo assim. A Dra.Stefany e Posseidon descobrem que o próximo ônibus
para fora do parque só sairia no dia seguinte devido ao desfile do dia do pão,
então eles aproveitaram para se hospedar em um dos hotéis. Naquela noite todos eles
decidem inovar e realizam uma suruba individual até adormecerem.
Eles
despertam doloridos na manhã seguinte com a camareira avisando que o ônibus já
os estava esperando, eles se arrumar correndo e pegam o café da manhã em uma
máquina automática para não perderem tempo e alcançar o ônibus.
Quando o ônibus
parte só havia eles e o motorista nele, então eles trocam olhares safados e
fazem outra suruba individual até que eles chegam em Dubai. Da rodoviária mesmo
Lady Elisama usa o orelhão para marcar um encontro com a Liga dos
Extraordinários daqui a dois dias.
Na saída do
aeroporto eles pegam um taxi especialmente enfeitiçado para ter o interior de
uma limusine e vão até a parte mágica da cidade de onde poderiam acessar a
Avenida Hexagonal.
| "Arábias Perdidas da Disney" |
domingo, 15 de março de 2015
Historia 3 - livro 4 capítulo 27 parte 1
Capitulo 27
Bandeira Negra
Stef-any e A
partiram ao amanhecer do dia seguinte, Edward tinha enchido o saco de Stef-any
na noite anterior após descobrir que ela estava indo apenas para seguir o A,
mas Amy-lee concordava com ela e apenas por precaução ela deixou dois marujos
no porto para vigiarem casa algum outro encapuzado aparecesse e aprontasse
alguma coisa.
Na hora do
almoço A sinalizou para que os dois navios aportassem em uma pequena ilha para
um churrasco, Stef-any não pode renunciar aquilo. A esperava por ela na praia e
a convidou para dar um passeio rápido em sua cabine, Stef-any estranhou o
pedido, ainda mais por que ela estava fingindo ser homem.
Ao entrar na
cabine Stef-any examinou o ambiente atrás de algo suspeito, mas coisas
suspeitas em uma cabine de um capitão pirata eram o que não faltava. A pegou um
pedaço de papel e o abriu na mesa dizendo:
-Já que
vamos trabalhar juntos é melhor que você saiba pelo menos um pouco do que vamos
enfrentar.
-Imagino que
se trate da marinha real, não deve ser grande coisa.
Retruca
Stef-any cruzando os braços e tentando fingir pouco interesse, A olha para ela
e fala:
-Isso mesmo,
a maldita marinha real; apenas esse nome faz o sangue de qualquer pirata
ferver.
-Digamos que
eu não tenho muitas histórias com ela; o que eu devo esperar exatamente?
Disfarça
Stef-any, A olha para ela desconfiado e então continua:
-Bem,
originalmente esperávamos uma frota de vinte embarcações, porém o número real
acabou sendo bem maior, 54 navios muito bem armados e com diversos dominadores.
-Nossa,
então qual é a nossa missão? Afinal somos apenas dois barcos.
-Não se
preocupe, estamos apenas abrindo o caminho para o resto da frota da irmandade que
vem logo atrás.
Agora Stef-any
entendia a estratégia da irmandade, mandar os capitães na frente como um
chamariz enquanto a verdadeira frota avançava.
Depois do
churrasco a viajem continuou, por ordem de Stef-any alguns de seus marujos
perguntaram para a tripulação de A sobre alguma atitude suspeita ou interesse
no avatar, mas eles não sabiam de nada.
sábado, 14 de março de 2015
Historia 2 - capitulo 11 parte 13
Ferb
disparou a flecha rapidamente, porém Leo Smith se joga na frente para proteger
Scarlet e é perfurado no ombro direito. Lobrenus avançou tentando acertar Ferb
Hood por baixo porém ele usa o arco para bloquear o ataque, só então Lobrenus
percebeu que o arco dele tinha uma lamina em cada extremidade.
Com Ferb
Hood se concentrando em Lobrenus, Jungle Victor avança pelo outro lado descendo
seu martelo em cima dele. Porém Ferb Hood percebeu o ataque e desviou dando uma
cambalhota para trás. Ao se levantar ele olha para Scarlet que cuidava do
ferimento de Leo Smith e diz:
-Devo
admitir, minha desvantagem aqui é clara.
-Você
deveria desistir logo, enquanto ainda não te machucamos.
Sugere
Lobrenus alterando a forma de sua espada para machado, Ferb Hood olha novamente
o relógio de bolso e depois se vira para seus adversários falando:
-Eu adoraria
brincar mais, relembrar os bons tempos e tal, mas meu tempo realmente está
acabando; por isso, até mais.
-Já dissemos
que daqui você não sai...
Fala
Lobrenus sendo interrompido por Ferb Hood jogando três bombas de fumaça e
desaparecendo no meio da fumaça e da escuridão.
Lobrenus e
Jungle Victor guardam a as armas e vão ajudar Leo Smith, ele se levanta cambaleando
fala:
-Está tudo
bem, não acertou o osso.
-Ainda bem
que você está bem, porque acho melhor sairmos logo daqui.
Diz Jungle
Victor pegando Leo Smith pelo braço e o ajudando a se manter em pé, Lobrenus
corre para apoiar o outro braço e Scarlet pega as pernas e então eles saem
correndo do parque.
Quando eles
se distanciaram dois quarteirões foi que houve a explosão que destruiu o memorial,
duas pessoas estavam lá perto e morreram na hora, outras nove ficaram feridas
por causa dos pedaços da placa de gesso que voaram por todo lado.
Ao longe
Ferb Hood observou a explosão, imaginando a cena e se seus antigos companheiros
foram pegos por ela e ainda se perguntava, porque realmente tinha feito aquilo?
O som de palmas vindo de trás dele quebraram sua concentração, ele se virou
para encarar a mulher do governo que vinha em sua direção e disse:
-Está feito,
Cornellia e tenho que admitir, eu meio que gostei de te ajudar.
-Eu falei
que ia ser divertido e isso é apenas o começo, logo toda a capital irá arder em
chamas.
Fala Cornellia
observando a fumaça que subia do lugar onde uma vez foi o memorial e sorrindo.
Historia 1 - Capítulo 36 parte 9
Para acabar
de vez com a ameaça do vírus zumbi a Dra.Stefany pega a mão zumbi e usa a tocha
para a queimar até que virasse cinzas e depois as jogou no lago dizendo:
-Pronto,
agora não teremos mais de nos preocupar com um apocalipse zumbi.
-Mal posso
esperar para ver a cara do Novo Hitler quando descobrir que o vírus zumbi foi destruído.
Fala Igor
sorrindo. Eles usam o barco para voltar até a margem de onde vieram e descobrem
que não havia nenhuma saída da caverna, desesperado Asminapira grita:
-Porra
maluco, como vamos sair daqui? Mal sabemos como viemos parar aqui.
-Se acalma
cara, deve haver alguma coisa por aqui.
Diz
Posseidon vasculhando as paredes da caverna. Emily acaba encontrando alguma
coisa escondida em uma fenda na parede, ao puxar para fora ela vê que era uma
guitarra de Guitar Hero. Com a guitarra retirada aparece uma televisão LCD na
parede atrás dela com o menu do jogo aberto. Confusa Emily tenta uma das músicas,
porém faz apenas 39% e a caverna tremeu ameaçando desabar, Lady Elisama pega a
guitarra das mãos dela e fala:
-Parece que
vamos ter jogar para sair daqui e o pior é que nossas chances são limitadas.
-Eu diria
que é melhor não abusarmos da sorte, passa essa guitarra pra cá.
Diz
Posseidon estendendo a mão para o instrumento, Lady Elisama lhe entrega a
guitarra e ele tenta outra música, acertando todas as notas e fazendo 100%,
porém nada aconteceu e a caverna tremeu novamente derrubando alguma pedras. Irritado
Posseidon joga a guitarra no chão gritando:
-Isso é
inútil, não tem como escaparmos daqui.
-Estamos
fazendo errado, pensem como um maluco.
Fala Igor
pegando a guitarra no chão e botando Party Rock para tocar, a mesma música que
tocou no funeral de Ferb. Ele estava acertando todas as notas e ao final da
música ele pegou a guitarra pelo cabo e a quebrou no chão fazendo 110% e uma
porta pregada ao teto da caverna se abriu.
| "Toque para sair" |
sexta-feira, 13 de março de 2015
Historia 3 - livro 4 capítulo 26 parte 17
Stef-any
acorda com alguém batendo na porta de sua cabine, a cabeça ainda doía um pouco
então ela apenas se sentou na cama e gritou:
-Quem é? O
que você quer?
-Capitã, me
pediram para lhe trazer sua janta.
Responde o
marinheiro de trás da porta, Stef-any se levanta e abre a porta para ele, o
marujo entra e bota a bandeja com a comida em cima da mesa dela e depois diz:
-O senhor Edward
também mandou dizer que haverá uma reunião com os outros capitães daqui a uma
hora.
-Ah, certo,
tudo bem, obrigada, chame Amy-lee aqui.
Fala
Stef-any tomando um gole da água, o marujo assentiu e fechou a porta ao sair.
Quando Stef-any
chegou na reunião percebeu que não era a única que estava sofrendo com um baita
ressaca, apenas quatro capitães estavam presentes, sentados na mesa contando história
de seus saques gloriosos. Eles esperaram mais algum tempo pelos outros
capitães, mas nenhum chegou, então todos concordaram em iniciar a reunião.
Stef-any
reconhecia todos os quatro da reunião de ontem, o mais velho era um pirata
clássico chamado Dash, não era dominador mas era um exímio pistoleiro, diziam
que uma vez ele matou um homem só de susto ao apontar um graveto para ele. Ao
lado dele estava A, vestindo seu clássico capuz branco. Do outro lado estava
Ash, um dominador de fogo que antigamente era um cavaleiro de dragão, mas se
tornou um pirata atrás de mais dinheiro. Por último o mais esperto de todos ali
era Isaac, nativo do país da terra, sempre usava um óculos e encarava tudo com
realismo e lógica que até irritava os outros capitães de vez em quando.
Para dar
início a reunião Dash gritou:
-Bem, aposto
que todos estão ansiosos para saber por que os chamei aqui.
-Mas é
claro, se não por que teríamos vindo?
Comenta
Isaac recebendo um olhar gelado de volta, Dash não se deixou abalar e falou:
-Recebi
notícias do bloqueio montado para impedir o avanço da marinha real, a frota é
quase o dobro do esperado originalmente, por isso eles precisam de reforços
imediatamente.
-Eu bem que
avisei que o bloqueio era fraco.
Diz Isaac
novamente, os capitães se entre olham e Stef-any pergunta:
-De quantos
reforços estamos falando?
-Eu diria
que apenas dois capitães seria um bom número.
Responde
Isaac, um silencio para a mesa na espera de que alguém se oferecesse, que então
é quebrado por A que bate na mesa falando:
-Bem, se
esse é o único jeito de pararmos a marinha não temos outra escolha, eu vou.
-Eu também!
Grita
Stef-any subitamente assustando os outros capitães, disfarçando ela fala:
-Bem eu
acabei de chegar e estou querendo um pouco de ação.
-Então está
decidido, Nero e A se preparem, devem partir até no máximo ao meio dia de
amanhã.
Conclui Ash,
Stef-any aceita e olha para A jurando poder ver um sorriso malicioso no rosto
oculto pelo capuz.
Historia 1 - Capítulo 36 parte 8
A porta do
porão estava enterrada sob um monte de entulho e eles tiveram de se esforçar
para liberar a passagem. De trás da porta havia uma escada pequena que dava no
porão escuro, eles procuraram por uma lâmpada, mas não encontraram nada para
iluminar o lugar.
O porão
estava completamente vazio, não havia nada ali se não um estrutura metálica
pregada no chão, ao investigar eles acabam ativando a máquina que os teleporta dali.
Eles vão parar em uma caverna iluminada por diversas tochas de fogo verde claro,
surpreso Breno grita:
-O que
diabos aconteceu? Onde nós estamos?
-Parece que
fomos teleportados.
Fala a
Dra.Stefany, enjoado Asminapira fala:
-Ferb tinha
um teleportador?
-Não é
nenhuma surpresa, existe uma máquina do tempo, um teleportador chega a nem ser
grande coisa.
Comenta
Emily ajudando Asminapira.
Eles seguem
em frente na caverna até um lago subterrâneo com uma estranha ilha no meio, por
sorte na margem do lago estava convenientemente ancorado um barco a remo que
eles usaram para chegar até a ilha.
Na ilha
havia apenas um baú com uma fechadura por comando de voz que só abriria com a
palavra certa, ao examinar o baú Igor disse:
-Parece que
mais uma vez vamos ter que pensar no que o Ferb diria.
-Aposto que
não é nada inteligente.
Fala
Posseidon fazendo uma tentativa em seguida e falhando.
Eles
passaram muito tempo falando frases idiotas para o baú torcendo para uma hora
acertarem, mas o baú não aceitava nenhuma, até que irritada Lady Elisama o
chutou e gritou:
-Abre logo
sua porcaria inútil!
E então eles
ouvem a tranca do baú abrindo, rapidamente Victor se adianta para abrir o baú,
antes que algum ninja aparecesse e retira um braço de um zumbi de lá de dentro.
A Dra.stefany encara o braço que ainda se mexia e diz:
-Então, essa
é a última amostra do vírus zumbi?
-Eu diria
que está bastante fresca.
Fala Victor
ignorando o cheiro podre e a vontade de devolver o braço ao baú por causa do
nojo.
![]() |
| "Braço Zumbi" |
Assinar:
Postagens (Atom)
