quarta-feira, 25 de março de 2015

Aviso Importante!!! Pausa temporária !!!

Primeiramente gostaria de agradescer a todos os leitores por acompanhar essas histórias sem sentido algum, a não ser o divertimento e o humor.

Gostaria de informa-los que devido a problemas mentais, emocionais, psicológicos, pessoais, financeiros, políticos, impessoais do caso reto, indústriais, monetários e principalmente mentais; que ocorrerá uma pausa nas postagens, que deverão ser retomada apenas na segunda metade de JUNHO.


Agradeço a compreensão de todos os leitores e sugiro que aproveitem o tempo para reler as postagens mais antigas e se divertirem com elas (ou não).        


sexta-feira, 20 de março de 2015

Historia 3 - livro 4 capítulo 27 parte 4


A ilha escolhida era consideravelmente grande, o navio de Treta aportou perto da praia para que a tripulação pudesse ajudar rapidamente caso acontecesse alguma coisa. Treta, A e Nero foram deixados na praia por dois marujos que ficaram para trás para vigiarem o bote.

O local do encontro era uma grande tenda armada em uma clareira com uma grande mesa arrumada, os generais da marinha estavam em pé ao lado da mesa, vestindo o mesmo traje branco e azul e para a surpresa de Stef-any, um deles era uma mulher.

Ao se aproximar os generais se apresentaram um a um educadamente, o mais alto era o general Pooh, o mais velho era o general Khaz e a última e mais jovem era a almirante Shaay. Eles se sentaram à mesa e então surgiram quatro garçons segurando bandejas de prata que se posicionaram um em cada canto da mesa.

Quando o jantar chegou Stef-any sentiu uma sensação ruim, como se de alguma forma já soubesse que alguma coisa ruim iria acontecer, então se lembrou da noite em Mirassol em que um encapuzado matou o Ditador e ferrou a resistência, nesse momento olhou para A desconfiada.

Depois disso Stef-any não conseguia mais se concentrar na importante conversa de Treta e A com os generais da marinha, entendia apenas alguns trechos, porém sua mente vagava de A e aquela noite. Seu pensamento foi interrompendo por A que se levantou da mesa dizendo:

-Com licença cavalheiros e senhorita, preciso ir ali na moita tirar a água do joelho.

-Fique à vontade senhor A, desde que não demore muito.

Disse Pooh com um aceno, Stef-any então observou A correndo em direção ao mato escuro e desaparecendo em meio a folhagem densa, Sheey notou que Stef-any estava distraída e disse:

-Algo o preocupa capitão Nero? a comida não está a seu agrado?

-Ah não é nada, apenas fantasmas do passado e um mal pressentimento.

Fala Stef-any comendo um pouco porém agora todos na mesa a encaravam curiosos, Stef-any engoliu a comida e disse:

-Treta, me desculpe mas eu não confio em A e acho que ele está aprontando alguma coisa.

-Ele é um pirata, é normal desconfiar dele; porém assim como você ele é um membro da irmandade e desconfiança é algo que não deve existir entre nós.

Fala Treta seriamente, depois toma um gole do suco e fala:

-Por que vocês dois não resolvem logo seus problemas? Vá atrás dele e tire suas dúvidas.

-Tem certeza de que é uma boa ideia?

Pergunta khaz, Stef-any se levanta da mesa e ajeita o casaco se retirando e então Sheey também se levanta falando:

-Eu vou junto, caso aconteça alguma coisa e para deixar o capitão Treta mais à vontade.

-Realmente não precisa, posso resolver isso sozinho.

Fala Stef-any parando para impedir Shaay, porém Shaay não para e a puxa pelo braço para dentro do mato na direção em que A foi.

Historia 2 - capitulo 12 parte 2


Ignorando a curiosidade pela arma de Ferb Hood ele se encontra com o resto de sua party no saguão do hospital, Scarlet foi correndo abraça-lo falando:

-Ainda bem que você está bem, estava tão preocupada, não devia ter feito aquilo.

-Te salvar de uma flecha? Sinto desaponta-la mas farei isso sempre que possível.

Responde Leo Smith rindo e então nota que Lobrenus e Jungle Victor não estavam ali e então pergunta para Scarlet:

-Cadê o resto do pessoal?

-Ah, eles cansaram de te esperar e de ficar no meio dessa muvuca, então foram procurar um lugar para dormir, Lobrenus me disse que ligava quando decidissem o hotel.

-Então o que você me diz de sairmos só nos dois e explorar a vida noturna da capital?

Pergunta Leo Smith audacioso, Scarlet ruboriza e demora um pouco para responder:

-Claro, enfim vamos passar um tempo sozinhos, já não era sem tempo.

Enquanto isso Lobrenus a Jungle Victor estavam em um bar da capital observando o movimento e paquerando as garçonetes, até que Lobrenus se virou para seu companheiro e disse:

-A gente não devia estar procurando um Hotel, ou coisa parecida?

-A gente tá é precisando relaxar, não paramos quietos um dia sequer.

-Nisso você tem alguma razão.  

Fala Lobrenus brindando com Jungle Victor mais uma caneca de cerveja, um homem sentado ao lado deles se juntou a conversa:

-Então, vocês querem um lugar massa pra relaxar na cidade?

-Opa amigo, será que pode quebrar essa galho pra gente?

Diz Jungle Victor se virando para o homem e reconhecendo Lamoura que sorriu e disse:

-Esta é a maior cidade de todo o império e parece que não é grande o suficiente para nós, não é mesmo rapazes?

-Lamoura, a quanto tempo seu desgraçado, sabe alguma coisa sobre explosivos ou atentados terroristas?

Diz Lobrenus meio irritado, Lamoura logo ligou os pontos e disse:

-Calma lá rapazes, não sei de nada sobre o que aconteceu no memorial, quer dizer que o meu cliente foi o responsável por aquilo?

-Imaginamos que sim, quer dizer que não sabe mesmo de nada?

Pergunta Jungle Victor desconfiado, Lamoura mostrou as mãos e disse:

-Juro por todo o dinheiro na minha conta bancária falsa; enfim eu conheço um hotel massa na cidade, um dos melhores.

-De quantas estrelas estamos falando?

Pergunta Lobrenus animado, Lamoura sorri e diz:

-Elder Palace, Quatro estrelas, parece estar ocorrendo alguma espécie de convenção nele por isso o preço está bem camarada.

-Acho que podemos dar uma olhada nesse Elder Palace.

Fala Jungle Victor esvaziando a caneca de cerveja.

Historia 1 - Capítulo 37 parte 1


Capítulo 37

Novo Hitler e as relíquias da morte

 Parte 1

A Dra.Stefany e Posseidon tomavam um café a sós na estação de trem da Avenida Hexagonal, conversando sobre o que tinha acontecido, Posseidon deu um longo gole no café e depois disse imaginando se sua esposa estava chateada com ele:

-Então, tem algum plano?

-Eu não sei, estou em dúvida; pessoalmente prefiro uma abordagem direta, entrar lá com armamento pesado e matar tudo mundo; porém tem uma galera pedindo pra fazer que nem no filme e...

-E o que?

Grita Posseidon interrompendo a Dra.Stefany e assustado todos no café, depois de se acalmar a Dra.Stefany diz:

-Não precisa grita, só ia dizer que talvez a gente consiga entra lá discretamente e roubara as relíquias, afinal Esquidolfo e Neto parecem ainda estar vivendo no mato lá perto.

-Desculpe, estou muito tenso desde que perdi meu tridente pro Loki.

-Não se preocupe, de um jeito ou de outro vamos recupera-lo.

Diz a Dra.Stefany pondo as mãos sobre as de Posseidon para reconforta-lo.

Enquanto isso Igor e Lady Elisama saíram para namorar e fazer compras nas lojas da Avenida Hexagonal, assim como Asminapira e Emily que foram ao cinema aproveitar o momento antes de enfrentar o Novo Hitler.

No dia seguinte Lady Elisama acorda com a Dra.Stefany batendo na porta do seu quarto em um motel, ao se levantar para abrir a porta ela se assusta ao ver Igor deitado ao seu lado e grita, ao ouvir o grito Igor acorda e a Dra.Stefany arromba a porta, ao ver a cena com os dois vestindo apenas as roupas de baixo ela grita:

-Que merda é essa aqui? o que vocês andaram aprontando?

-Não é nada, não é nada.

Grita Lady Elisama tentando esconder Igor, ele corre para debaixo da cama e depois foge pela janela aberta deixando as duas sozinhas.

quinta-feira, 19 de março de 2015

Historia 3 - livro 4 capítulo 27 parte 3


Stef-any tomou um banho rápido e quando saiu a roupa que A tinha prometida de entregar estava ostendida em cima de sua cama, Amy-lee já estava a espera dela e disse:

- Não se preocupe, Edward já revistou essa roupa dez vezes atrás de escutas ou localizadores ou qualquer outra coisa que não fosse tecido.

-Muito bem, não sei se era preciso mas reconheço que não posso me descuidar com A.

Fala Stef-any já amarrando o cabelo e se sentando na cômoda para preparara a maquiagem. A roupa de A era feita de um tecido duro e resistente, o que deixava a roupa um pouco pesada e desconfortável, por sorte Stef-any ficou aliviada de não ter nenhum capuz.

Quando terminou de se arrumar foi se encontrar com A no navio do capitão Treta, para a surpresa dela a ainda não tinha chegado e o capitão Treta a chamou para conversar. Ao se aproximar do homem que estava igualmente bem vestido ele disse:

-Então, capitão Nero, pronto para o jantar mais emocionante de sua vida até agora e muito provavelmente o mais perigoso?

-Eh, desculpe senhor acho que não entendi muito sua pergunta, sei que um jantar com piratas costuma ser bem animado e fugir do controle, mas não sei se chega a ser tão perigoso.

-Hahahahaha, você me diverte capitão Nero, parece que ainda não entendeu do que se treta o nosso jantar.

Fala Treta morrendo de rir, Stef-any olha para ele confusa e ele então diz recuperando o folego:

-Nosso jantar não será entre piratas, nos três vamos jantar com o comandante da marinha real para tentarmos um cessar fogo geral; pelo amor de Posseidon, porque acha que eu exigi traje formal? Hahahaha.

Stef-any ficou em silencio, aquilo tinha pego ela de surpresa e a deixado em palavras, Treta continuou rindo até que se virou e disse:

-Capitão a, finalmente apareceu, capitão Nero e eu estávamos a sua espera.

-Mil perdoes capitão Treta e Nero, espero compensa-los pelo atraso algum outro dia.

Diz A fazendo uma mesura, Treta ri e diz:

-Pare com a formalidade rapaz, isso não combina com a nossa espécie.

A também foi pego de surpresa e ficou calado, treta então gritou ao seu contra mestre:

-Já estão todos aqui, pode zarpar quando estiver pronto.

-Ouviram o capitão homens, soltara as amarras e recolher as ancoras!

Grita o contra mestre para a tripulação, enquanto isso Treta leva Stef-any e A para sua cabine, lá dentro havia um mapa da região com vários navios de madeira espalhados, ele se aproximou da mesa e disse botando o dedo em cima e uma grande ilha no extremo direito do mapa:

-O encontro será nessa ilha, todos os capitães da marinha real deverão estar presentes.

-Não é meio longe do resto da frota? Desse jeito estaremos em desvantagem se ocorrer um ataque surpresa.

Comenta A, Treta concorda com a cabeça e diz:

-Tem razão, porém os piratas mentirosos e desleais somos nós, então o mínimo que podemos fazer é confiar neles.

-E esperar que tudo dê certo.

Termina Stef-any evitando a vontade de encarar A com aquela cara de desconfiança.

Historia 2 - capitulo 12 parte 1


Capítulo 12

Rivalidade

Cornellia levou Ferb Hood até o hotel de quatro estrelas onde estava hospedada, ao chegar lá entregou uma chave para ele falando:

-Quarto andar, bem afastado dos outros políticos para não levantar suspeitas.

-Espero que isso não seja descontado do meu salário.

-Apenas seus gastos do frigobar.

Responde Cornellia rindo e deixando Ferb Hood sozinho no saguão enquanto ia se encontrar com os outros representantes.

Depois da explosão Leo Smith já estava melhor e conseguia andar sozinho então eles decidiram passaram em um dos hospitais que lotava cada vez mais com feridos da explosão e curiosos.

O médico cuidou do ferimento de Leo Smith no próprio corredor do hospital, pois os quartos estavam todos ocupados com casos mais graves. Quando terminou o curativo o doutor se virou para Leo Smith e disse:

-Pronto não há mais com o que se preocupar, o sangramento já parou e botei um gel que vai acelerar a cicatrização, deve estar completamente curado pela manhã.

-Obrigado doutor, só por curiosidade, há mais alguma coisa com a qual eu deva me preocupar?

Pergunta Leo Smith se levantando do banco e vestindo uma camisa limpa, o médico olhou para a prancheta e disse:

-Nada com o que se preocupar, porém essa flecha é bem peculiar; o veneno é potente e de ação extremamente rápida, mas não é letal.

-Potente, mas não letal? Isso não pode ser natural.

Comenta Leo Smith, mexendo no braço ferido, o médico faz um sinal para que ele parasse e fala:

-De fato não é, dá pra saber isso pela radiação emitida por ele.

-Radiação? Como assim?

-A ação rápida do veneno é causada pela ação de um agente radioativo, ainda não sei qual e nem se é da flecha ou do veneno, mas o curioso é que a radiação se dissipou completamente do seu corpo, então não precisa se preocupar.

Conclui o médico liberando Leo Smith e indo atender outro paciente.

Historia 1 - Capítulo 36 parte 11


Não foi difícil encontrar a entrada para a Avenida Hexagonal, um gentil unicórnio falante os indicou o caminho para a entrada. Uma vez na avenida Hexagonal eles pegaram um ônibus de três andares até a estação de trem onde eles pegariam um expresso voador para a escola.

Quando eles chegaram na estação notaram algo realmente muito estranho, haviam diversos alunos da Incognityard na estação pegando trens de volta para casa, a Dra.Stef-any avista Nick Fury sentado em um banco e vai falar com ele:

-Nick, o que aconteceu? Porque está aqui?

-Ah Stefany, minha querida aprendiz, pensei que tinham morrido.

Responde Nick Fury se levantando do banco, Lady Elisma tinha seguido a Dra.stefany e chegou dizendo:

-Não se preocupe senhor, destruímos o vírus zumbi, agora não tem mais como o Novo Hitler dominar o mundo.

-Ah que bom, porém eu receio que você está meio equivocada.

-Nick, será que dá pra me responder? O que aconteceu?

Pergunta a Dra.Stefany seriamente, Nick Fury se vira para olhar ao redor, para os alunos que entravam nos trens espalhados da estação, depois e vira e fala:

-O Novo Hitler aconteceu; o maldito tomou a escola, matou Hugo Strugle e expulsou todo o resto de lá.

-Como isso é possível? Nos destruímos o vírus zumbi.

Exclama a Dra.stefany surpresa, Nick Fury faz o sinal para ela falar baixo e continua dizendo:

-Ele está em posse das relíquias da morte, as mais poderosas armas mágicas já criadas.

-já ouvi falar, mas pensei que fosse apenas uma história de criança.

Fala Lady Elisama intrigada, Posseidon chega entrosado e pergunta:

-Vem cá, só eu não sei o que são essas tais relíquias da morte?

-Você deveria saber, as três mais poderosas armas mágicas que são a lança de Zeus, a foice de Hades e...

-...O tridente de Posseidon

Termina Nick Fury olhando intrigado para Posseidon e então perguntando:

-Alguma ideia de como ele conseguiu seu tridente?

-Eh que hã, bem, eu troquei meu tridente com Loki para conseguir as informações de que precisávamos.

Responde Posseidon envergonhado e se retirando, a Dra.Stefany se vira para Nick fury e grita animada:

-Não se preocupe mestre, vamos recuperar a escola, não importa como!

-É isso ai, eu não entendi direito, mas parece que está na hora do pau!

Grita Breno, Leonardo e Victor ao mesmo tempo enquanto davam socos no ar.

terça-feira, 17 de março de 2015

Historia 3 - livro 4 capítulo 27 parte 2


Os dois navios chegaram no bloqueio ao anoitecer e Stef-any enfim pode ver do que se tratava o bloqueio. Diversos navios piratas estavam estrategicamente posicionados atrás de ilhas e águas rasas que retardavam os navios da marinha real que não passavam de diversos pontinhos no horizonte.

A e Stef-any foram até o navio de quem estava no comando da operação, ambos foram sozinhos. Ao chegar lá A a ajudou a sair do bote e falou:

-Está tão empolgado quanto eu Nero? Ouvi dizer que o capitão Treta é um dos melhores homens da Irmandade, isso além de ser seu fundador.

-O que? Vamos conhecer o fundador da Irmandade?

-Mas é claro, quem mais seria capaz de mobilizar e coordenar tantos navios piratas?

Responde A abrindo caminho pelo deque, o capitão estava perto do timão olhando por uma luneta em direção a um dos navios, ao se aproximar melhor Stef-any viu como o homem era; Treta tinha uma grande barba grisalha cheia de tranças, não tinha uma das orelhas e usava o cabelo curto penteado para trás.

Quando percebe que os reforços chegaram Treta se vira para eles com um grande sorriso no rosto e diz:

-Ah que bom que vocês chegaram, já estava ficando preocupado.

-Viemos assim que recebemos sua carta, o resto da frota já deve estar chegando.

-Não se preocupe com isso, acabei de enviar ordens para distribui-la, desculpe-me a má educação mas quem são vocês dois?

-Eu sou o capitão Nero e este é o capitão A.

Fala Stef-any estendendo a mão para cumprimente-lo, ele retribui o gesto e o repete com A e então diz:

-Há muito para discutirmos, porém agora não é o melhor momento; por enquanto retornem a seus navios e voltem daqui a duas horas para um jantar, traje formal!

-Sim senhor.

Fala Stef-any e a ao mesmo batendo continência, sem saber o porquê e depois dão meia volta retornando ao bote.

Stef-any estava com um terrível problema, não havia nenhum traje formal para ela, afinal aquele era um navio roubado e não uma butique, porém A percebeu que algo a afligia e falou:

-Por acaso você tem algum traje formal Nero?

-O que? Eu não, como você adivinhou?

-Não é nenhuma surpresa, piratas não se preocupam com formalidade, por isso não se preocupe, posso lhe emprestar um se quiser, parece que temos quase as mesmas medidas.

-As mesmas medidas? Eu acho meio difícil, mas mesmo assim aceito sua oferta.

-Pois bem, pedirei que um marujo o leve para você mais tarde.

Responde A quando eles chegaram ao navio dele e depois se despede voltando ao navio.
"Bloqueio Pirata"

Historia 1 - Capítulo 36 parte 10


Victor ajudou um a um sair de dentro da caverna e depois Posseidon e Igor o puxaram para fora, foi então que eles descobriram que tinha ido parar nas Arábias Perdidas da Disney, um parque de diversão temático construído secretamente por um sultão que adorava o filme do Aladim.

Asminapira, Emily, Igor e Breno correram para ir em um dos brinquedos, Posseidon se virou para a Dra.Stefany e disse:

-Eu acho que Ferb tinha muita falta do que fazer, é sério.

-Com certeza ele tinha muito tempo livre, vamos ali pegar informações.

Responde a Dra.Stefany sinalizando para o guichê de informações mais próximo. Enquanto isso Lady Elisama foi tentar abraçar o Mickey, ao vela se aproximando o homem dentro da fantasia reclamou:

-Você não é meio velha demais para abraçar o Mickey?

-Na Disney não tem idade.

Retruca ela abraçando ele mesmo assim. A Dra.Stefany e Posseidon descobrem que o próximo ônibus para fora do parque só sairia no dia seguinte devido ao desfile do dia do pão, então eles aproveitaram para se hospedar em um dos hotéis. Naquela noite todos eles decidem inovar e realizam uma suruba individual até adormecerem.

Eles despertam doloridos na manhã seguinte com a camareira avisando que o ônibus já os estava esperando, eles se arrumar correndo e pegam o café da manhã em uma máquina automática para não perderem tempo e alcançar o ônibus.

Quando o ônibus parte só havia eles e o motorista nele, então eles trocam olhares safados e fazem outra suruba individual até que eles chegam em Dubai. Da rodoviária mesmo Lady Elisama usa o orelhão para marcar um encontro com a Liga dos Extraordinários daqui a dois dias.

Na saída do aeroporto eles pegam um taxi especialmente enfeitiçado para ter o interior de uma limusine e vão até a parte mágica da cidade de onde poderiam acessar a Avenida Hexagonal.
"Arábias Perdidas da Disney"
 

domingo, 15 de março de 2015

Historia 3 - livro 4 capítulo 27 parte 1


Capitulo 27

Bandeira Negra

Stef-any e A partiram ao amanhecer do dia seguinte, Edward tinha enchido o saco de Stef-any na noite anterior após descobrir que ela estava indo apenas para seguir o A, mas Amy-lee concordava com ela e apenas por precaução ela deixou dois marujos no porto para vigiarem casa algum outro encapuzado aparecesse e aprontasse alguma coisa.

Na hora do almoço A sinalizou para que os dois navios aportassem em uma pequena ilha para um churrasco, Stef-any não pode renunciar aquilo. A esperava por ela na praia e a convidou para dar um passeio rápido em sua cabine, Stef-any estranhou o pedido, ainda mais por que ela estava fingindo ser homem.

Ao entrar na cabine Stef-any examinou o ambiente atrás de algo suspeito, mas coisas suspeitas em uma cabine de um capitão pirata eram o que não faltava. A pegou um pedaço de papel e o abriu na mesa dizendo:

-Já que vamos trabalhar juntos é melhor que você saiba pelo menos um pouco do que vamos enfrentar.

-Imagino que se trate da marinha real, não deve ser grande coisa.

Retruca Stef-any cruzando os braços e tentando fingir pouco interesse, A olha para ela e fala:

-Isso mesmo, a maldita marinha real; apenas esse nome faz o sangue de qualquer pirata ferver.

-Digamos que eu não tenho muitas histórias com ela; o que eu devo esperar exatamente?

Disfarça Stef-any, A olha para ela desconfiado e então continua:

-Bem, originalmente esperávamos uma frota de vinte embarcações, porém o número real acabou sendo bem maior, 54 navios muito bem armados e com diversos dominadores.

-Nossa, então qual é a nossa missão? Afinal somos apenas dois barcos.

-Não se preocupe, estamos apenas abrindo o caminho para o resto da frota da irmandade que vem logo atrás.

Agora Stef-any entendia a estratégia da irmandade, mandar os capitães na frente como um chamariz enquanto a verdadeira frota avançava.

Depois do churrasco a viajem continuou, por ordem de Stef-any alguns de seus marujos perguntaram para a tripulação de A sobre alguma atitude suspeita ou interesse no avatar, mas eles não sabiam de nada.

sábado, 14 de março de 2015

Historia 2 - capitulo 11 parte 13


Ferb disparou a flecha rapidamente, porém Leo Smith se joga na frente para proteger Scarlet e é perfurado no ombro direito. Lobrenus avançou tentando acertar Ferb Hood por baixo porém ele usa o arco para bloquear o ataque, só então Lobrenus percebeu que o arco dele tinha uma lamina em cada extremidade.

Com Ferb Hood se concentrando em Lobrenus, Jungle Victor avança pelo outro lado descendo seu martelo em cima dele. Porém Ferb Hood percebeu o ataque e desviou dando uma cambalhota para trás. Ao se levantar ele olha para Scarlet que cuidava do ferimento de Leo Smith e diz:

-Devo admitir, minha desvantagem aqui é clara.

-Você deveria desistir logo, enquanto ainda não te machucamos.

Sugere Lobrenus alterando a forma de sua espada para machado, Ferb Hood olha novamente o relógio de bolso e depois se vira para seus adversários falando:

-Eu adoraria brincar mais, relembrar os bons tempos e tal, mas meu tempo realmente está acabando; por isso, até mais.

-Já dissemos que daqui você não sai...

Fala Lobrenus sendo interrompido por Ferb Hood jogando três bombas de fumaça e desaparecendo no meio da fumaça e da escuridão.

Lobrenus e Jungle Victor guardam a as armas e vão ajudar Leo Smith, ele se levanta cambaleando fala:

-Está tudo bem, não acertou o osso.

-Ainda bem que você está bem, porque acho melhor sairmos logo daqui.

Diz Jungle Victor pegando Leo Smith pelo braço e o ajudando a se manter em pé, Lobrenus corre para apoiar o outro braço e Scarlet pega as pernas e então eles saem correndo do parque.

Quando eles se distanciaram dois quarteirões foi que houve a explosão que destruiu o memorial, duas pessoas estavam lá perto e morreram na hora, outras nove ficaram feridas por causa dos pedaços da placa de gesso que voaram por todo lado.

Ao longe Ferb Hood observou a explosão, imaginando a cena e se seus antigos companheiros foram pegos por ela e ainda se perguntava, porque realmente tinha feito aquilo? O som de palmas vindo de trás dele quebraram sua concentração, ele se virou para encarar a mulher do governo que vinha em sua direção e disse:

-Está feito, Cornellia e tenho que admitir, eu meio que gostei de te ajudar.

-Eu falei que ia ser divertido e isso é apenas o começo, logo toda a capital irá arder em chamas.

Fala Cornellia observando a fumaça que subia do lugar onde uma vez foi o memorial e sorrindo.

Historia 1 - Capítulo 36 parte 9


Para acabar de vez com a ameaça do vírus zumbi a Dra.Stefany pega a mão zumbi e usa a tocha para a queimar até que virasse cinzas e depois as jogou no lago dizendo:

-Pronto, agora não teremos mais de nos preocupar com um apocalipse zumbi.

-Mal posso esperar para ver a cara do Novo Hitler quando descobrir que o vírus zumbi foi destruído.

Fala Igor sorrindo. Eles usam o barco para voltar até a margem de onde vieram e descobrem que não havia nenhuma saída da caverna, desesperado Asminapira grita:

-Porra maluco, como vamos sair daqui? Mal sabemos como viemos parar aqui.

-Se acalma cara, deve haver alguma coisa por aqui.

Diz Posseidon vasculhando as paredes da caverna. Emily acaba encontrando alguma coisa escondida em uma fenda na parede, ao puxar para fora ela vê que era uma guitarra de Guitar Hero. Com a guitarra retirada aparece uma televisão LCD na parede atrás dela com o menu do jogo aberto. Confusa Emily tenta uma das músicas, porém faz apenas 39% e a caverna tremeu ameaçando desabar, Lady Elisama pega a guitarra das mãos dela e fala:

-Parece que vamos ter jogar para sair daqui e o pior é que nossas chances são limitadas.

-Eu diria que é melhor não abusarmos da sorte, passa essa guitarra pra cá.

Diz Posseidon estendendo a mão para o instrumento, Lady Elisama lhe entrega a guitarra e ele tenta outra música, acertando todas as notas e fazendo 100%, porém nada aconteceu e a caverna tremeu novamente derrubando alguma pedras. Irritado Posseidon joga a guitarra no chão gritando:

-Isso é inútil, não tem como escaparmos daqui.

-Estamos fazendo errado, pensem como um maluco.

Fala Igor pegando a guitarra no chão e botando Party Rock para tocar, a mesma música que tocou no funeral de Ferb. Ele estava acertando todas as notas e ao final da música ele pegou a guitarra pelo cabo e a quebrou no chão fazendo 110% e uma porta pregada ao teto da caverna se abriu.
"Toque para sair"
 

sexta-feira, 13 de março de 2015

Historia 3 - livro 4 capítulo 26 parte 17


Stef-any acorda com alguém batendo na porta de sua cabine, a cabeça ainda doía um pouco então ela apenas se sentou na cama e gritou:

-Quem é? O que você quer?

-Capitã, me pediram para lhe trazer sua janta.

Responde o marinheiro de trás da porta, Stef-any se levanta e abre a porta para ele, o marujo entra e bota a bandeja com a comida em cima da mesa dela e depois diz:

-O senhor Edward também mandou dizer que haverá uma reunião com os outros capitães daqui a uma hora.

-Ah, certo, tudo bem, obrigada, chame Amy-lee aqui.

Fala Stef-any tomando um gole da água, o marujo assentiu e fechou a porta ao sair.

Quando Stef-any chegou na reunião percebeu que não era a única que estava sofrendo com um baita ressaca, apenas quatro capitães estavam presentes, sentados na mesa contando história de seus saques gloriosos. Eles esperaram mais algum tempo pelos outros capitães, mas nenhum chegou, então todos concordaram em iniciar a reunião.

Stef-any reconhecia todos os quatro da reunião de ontem, o mais velho era um pirata clássico chamado Dash, não era dominador mas era um exímio pistoleiro, diziam que uma vez ele matou um homem só de susto ao apontar um graveto para ele. Ao lado dele estava A, vestindo seu clássico capuz branco. Do outro lado estava Ash, um dominador de fogo que antigamente era um cavaleiro de dragão, mas se tornou um pirata atrás de mais dinheiro. Por último o mais esperto de todos ali era Isaac, nativo do país da terra, sempre usava um óculos e encarava tudo com realismo e lógica que até irritava os outros capitães de vez em quando.

Para dar início a reunião Dash gritou:

-Bem, aposto que todos estão ansiosos para saber por que os chamei aqui.

-Mas é claro, se não por que teríamos vindo?

Comenta Isaac recebendo um olhar gelado de volta, Dash não se deixou abalar e falou:

-Recebi notícias do bloqueio montado para impedir o avanço da marinha real, a frota é quase o dobro do esperado originalmente, por isso eles precisam de reforços imediatamente.

-Eu bem que avisei que o bloqueio era fraco.

Diz Isaac novamente, os capitães se entre olham e Stef-any pergunta:

-De quantos reforços estamos falando?

-Eu diria que apenas dois capitães seria um bom número.

Responde Isaac, um silencio para a mesa na espera de que alguém se oferecesse, que então é quebrado por A que bate na mesa falando:

-Bem, se esse é o único jeito de pararmos a marinha não temos outra escolha, eu vou.

-Eu também!

Grita Stef-any subitamente assustando os outros capitães, disfarçando ela fala:

-Bem eu acabei de chegar e estou querendo um pouco de ação.

-Então está decidido, Nero e A se preparem, devem partir até no máximo ao meio dia de amanhã.

Conclui Ash, Stef-any aceita e olha para A jurando poder ver um sorriso malicioso no rosto oculto pelo capuz.

Historia 1 - Capítulo 36 parte 8


A porta do porão estava enterrada sob um monte de entulho e eles tiveram de se esforçar para liberar a passagem. De trás da porta havia uma escada pequena que dava no porão escuro, eles procuraram por uma lâmpada, mas não encontraram nada para iluminar o lugar.

O porão estava completamente vazio, não havia nada ali se não um estrutura metálica pregada no chão, ao investigar eles acabam ativando a máquina que os teleporta dali. Eles vão parar em uma caverna iluminada por diversas tochas de fogo verde claro, surpreso Breno grita:

-O que diabos aconteceu? Onde nós estamos?

-Parece que fomos teleportados.

Fala a Dra.Stefany, enjoado Asminapira fala:

-Ferb tinha um teleportador?

-Não é nenhuma surpresa, existe uma máquina do tempo, um teleportador chega a nem ser grande coisa.

Comenta Emily ajudando Asminapira.

Eles seguem em frente na caverna até um lago subterrâneo com uma estranha ilha no meio, por sorte na margem do lago estava convenientemente ancorado um barco a remo que eles usaram para chegar até a ilha.

Na ilha havia apenas um baú com uma fechadura por comando de voz que só abriria com a palavra certa, ao examinar o baú Igor disse:

-Parece que mais uma vez vamos ter que pensar no que o Ferb diria.

-Aposto que não é nada inteligente.

Fala Posseidon fazendo uma tentativa em seguida e falhando.

Eles passaram muito tempo falando frases idiotas para o baú torcendo para uma hora acertarem, mas o baú não aceitava nenhuma, até que irritada Lady Elisama o chutou e gritou:

-Abre logo sua porcaria inútil!

E então eles ouvem a tranca do baú abrindo, rapidamente Victor se adianta para abrir o baú, antes que algum ninja aparecesse e retira um braço de um zumbi de lá de dentro. A Dra.stefany encara o braço que ainda se mexia e diz:

-Então, essa é a última amostra do vírus zumbi?

-Eu diria que está bastante fresca.

Fala Victor ignorando o cheiro podre e a vontade de devolver o braço ao baú por causa do nojo.
"Braço Zumbi"