segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Historia 2 - capitulo 12 parte 16


Assim como Ferb Hood esperava o espetáculo começou quando o sol estava se aproximando do horizonte e ao mesmo tempo a lua nascia do outro lado do céu, refletindo o brilho avermelhado do sol fazendo parecer que haviam dois sois se pondo; um fenômeno raro que só acontecia duas vezes ao ano. Uma a uma os explosivos dentro das quatro carroças foram sendo detonadas, destruindo as paredes das jaulas e libertando os monstros, que não perderam tempo em voltar a liberdade.

O porto ardia em chamas e iluminava ao longe como se fosse um terceiro sol, se aquilo não fosse uma coisa terrível Scarlet acharia aquilo extremamente bonito e romântico; afinal ali estava ela e seu amando Leo Smith, no telhado da um dos locais mais bonitos da capital, no pôr do sol mais bonito do ano; mas claro, as circunstancia eram diferentes e o romance não estava no ar naquela noite; apenas medo, raiva, sangue e caos preencheriam o ar a partir dali.

Ferb Hood parecia já estar esperando por eles quando eles chegaram, ele estava sentado na amurada observando os monstros devorarem os civis ao longe, enquanto os hunters, a polícia e o exército lutava para conte-los, mas então ele virou a cara para Leo Smith e disse:

-Isso me traz lembranças.

-Lembranças terríveis na minha opinião.

Responde Leo Smith levando a mão a Long Sword em suas costas, ele olha para Scarlet que já estava encaixando o escudo no braço esquerdo e disse:

-Espere aqui, isso é entre eu e ele, não interfira.

-Tem certeza?

Perguntou Scarlet com a mesma cara de preocupada de antes, Leo Smith acenou com a cabeça e sacou a espada, Scarlet então mudou a cara, exibindo um sorriso um pouco forçado e segurando algumas lágrimas falou:

-Então, acaba com ele.

-Pode deixar, vou te levar em um belo restaurante depois daqui.

Respondeu Leo Smith se virando para Ferb Hood, dessa vez ele não estava usando um arco como da última vez, dessa vez ele usava uma Great Sword, o tipo de arma que ele usava antigamente, porém uma bem poderosa, feita com materiais de um Ceadeus, um Elder Dragon marinho, um dos monstros mais fortes dos oceanos.

Ferb Hood deus o primeiro golpe, erguendo sua espada acima dos ombros e a descendo em cima de Leo Smith que foi rápido o suficiente para aparar o golpe girando sua lamina em um movimento circular que forçou Ferb Hood a recuar.

Dessa vez foi a vez de Leo Smith atacar, aproveitando o desequilíbrio de Ferb Hood ele avançou e acertou um corte no ombro esquerdo de Ferb Hood, não foi muito grande, mas o suficiente para desacelerar o golpe de seu rival. Ferb Hood improvisou uma atadura para o ferimento e repetiu o golpe anterior, porém dessa vez mirou um pouco mais para frente e quando o golpe de Leo Smith veio ele bloqueou o golpe com sua espada e a chutou mandando a espada de Leo Smith para trás desequilibrando-o momentaneamente, mas foi o suficiente para Ferb Hood se aproximar e acertar uma ombreada no peito dele e jogá-lo para trás, derrubando Leo Smith.

Leo Smith ainda estava dolorido da surra que tinha levado dentro do prédio, mas aquela ombreada seguida pelo jeito que o chão o encontrou doeu mais ainda. A recuperação dele foi rápida, Ferb Hood mal tinha se aproximado direito e ele já estava de pé apontando sua espada pra ele.

"A Great Sword de Ferb Hood"

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Historia 3 - livro 4 capítulo 28 parte 8


Stef-any pensava que a comida a bordo do seu navio era a pior coisa que ela já tinha comido, mas o ensopado de porco-ouriço de Adull a fez repensar sua escolha. Talvez se arriscar a comer grama seria melhor do que continuar a comer aquela gororoba, para a sorte de Stef-any nem mesmo Maxemillian pareceu gostar da comida.

O sol já tinha começado a brilhar mais intensamente no céu quando os mercenários levantaram acampamento e levaram Stef-any mais para dentro da floresta, enquanto era forçada a andar Stef-any se perguntava por que nunca tinha se preocupado em explorar o interior da Ilha da Caveira, afinal aquele era o local mais perto do que ela podia chamar de lar.

Depois de quatro horas caminhando eles chegaram até a entrada de uma caverna, os pés de Stef-any doíam de tanto andar, mas ao ver a caverna ela sentiu uma espécie de alívio interior, aquele era um sinal de que a caminhada estava chegando ao fim.  A caverna tinha vários esqueletos espalhados pelo chão pedregoso, Stef-any deduziu que aquele local provavelmente era usado pelas antigas tribos da água que viviam no local, antes dos piratas tomarem o local para si. Lá na escuridão Stef-any sentia uma presença de alguém realmente perigoso, alguém que não tinha remorso e nem se arrependia de matar, talvez até gostasse de fazê-lo.

Eles finalmente chegaram até um lago dentro da caverna, havia uma abertura enorme no teto que dava diretamente na superfície e deixava a luz do sol entrar, a luz refletia na água cristalina do lago e Stef-any conseguiu enxergar sem problema alguém se banhando em suas águas. A garota usava roupas mínimas, uma tanga a cobria do quadril até a metade da coxa e uma blusa sem manga que só ia até pouco abaixo de seus seios, ela tinha olhos vermelhos penetrantes e um cabelo castanho comprido que descia pelas costas até os quadris. Ela sorriu ao ver Stef-any com os mercenários, mas foi Maxemillian quem falou primeiro:

-Aqui está senhorita, como requisitado, o avatar Stef-any.

-Muito obrigado Maxemillian e você também Adull, vocês fizeram um excelente trabalho, duvido que nossos melhores agentes fariam melhor.

Respondeu a garota caminhando em direção a margem, Adull se adiantou e jogou uma toalha para ela, ela a pegou pouco antes dela cair na água e imediatamente começou a secar os cabelos, Stef-any a observou que ela parecia ser pouco mais velha que ela, no máximo três anos.

A mulher notou que Stef-any a observava e perguntou para ela:

-O que foi, viu algo de que gostou?

-Não; só estava pensando se tinha sido você que contratou esses caras e se foi você mesmo, significa que você é uma encapuzada?

Respondeu Stef-any virando a cara, a garota a retribuiu com um sorriso e disse:

-Você é realmente esperta, não sei como meu parceiro A se deixou enganar por você, com esse disfarce ridículo de capitão pirata; você é ousada tenho de admitir, é uma ovelha vestida de lobo na própria moradia do cão; acho que nem mesmo eu conseguiria.

-Não faz ideia de como é difícil, essas roupas são muito folgadas e coçam muito em áreas constrangedoras, sem falar que é difícil respirar com essa sinta, mas o pior é a maquiagem; meu deus.

-Eu imagino, mas não se preocupe; logo que te tirar dessa ilha você não vai mais se preocupar com suas roupas. Aliás, esqueci de me apresentar, a partir de agora, me chame de N.

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Historia 2 - capitulo 12 parte 15


Leo Smith se levantou zonzo, o mundo girando ao seu redor, de repente alguém coloca a mão em seu ombro, ele imagina se tratar de Ferb Hood lhe aplicando outro golpe, mas ao se virar percebe que era Lobrenus o ajudando a se levantar. Quando finalmente se levantou foi que Leo Smith percebeu a multidão olhando pra ele, Ferb Hood havia sumido, provavelmente ido embora; aproveitando que estava disfarçado de segurança Lobrenus carregou seu companheiro para a saída.

Jungle Victor viu toda a cena e foi ele que segurou Scarlet para que ela não corresse em cima de Ferb Hood quando ele acertou um soco em Leo Smith, aproveitando a multidão que se formou os dois saíram pela porta e se esgueiraram até onde Lobrenus estava levando Leo Smith. Enquanto atravessavam a multidão ouviam todo tipo de comentário sobre o acontecimento, mas a palavra que mais o irritava era a que mais se repetia: “Rebeldes”; aqueles cidadãos pareciam não entender de que lado eles estavam naquela batalha.

Ferb Hood tinha saído um pouco mais cedo do que esperava, mas não importava; ele já estava entediado com aquela reunião de ricaços esnobes, o problema era se Cornellia entenderia sua ausência no discurso dela, ela tinha sido bem explícita quando disse que queria vê-lo na plateia. Ele subiu pelas escadaria até o segundo piso do prédio e depois uma rápida corrida até o telhado, de lá ele poderia ver os fogos de artifícios que dariam início ao show principal que Cornellia tinha passado tanto tempo planejando.

A cara de preocupada de Scarlet era o que deixava Leo Smith mais triste, não importa o quanto ele dissesse que estava bem ela não mudava de expressão e nem saia do seu lado. Lobrenus disse ter visto por onde Ferb Hood tinha fugido e agora guiava a Black Eyed Peas atrás de sua presa, Ferb Hood. Quando eles chegaram no piso térreo do prédio Jungle Victor sugeriu que eles se separassem, nessa hora Escalet apertou ainda mais o braço de Leo Smith que olhou para ela e disse:

-Vamos fazer o seguinte: Jungle Victor vai perguntar na entrada principal se eles viram alguém como Ferb Hood passar por eles; Lobrenus, a mesma coisa na porta dos fundos; eu e Scarlet vamos tentar chegar ao telhado, conhecendo Ferb Hood como conheço sei que ele adoraria ir para lá.

-Certo!

Disseram os outros três membros da party ao mesmo tempo e Leo Smith finalmente sentiu Scarlet soltar seu braço.

Enquanto isso nos armazéns ao sul da cidade as quatro carroças continuavam invisíveis para o resto da população que não tinham ideia do perigo iminente corriam.

Historia 1 - Capítulo 39 parte 9


Um portão enorme se estendia na frente da Dra.Stefany, Emily e Posseidon, todo feito de um material negro que Stef-any sabia ser mais dura que diamante, um mineral encontrado apenas nas profundezas do submundo, chamado Soularium; encrustado com desenhos de flores. Emily se virou para Posseidon e perguntou:

-Tem certeza de que esse é o lugar?

-Sem sombra de dúvidas, é o local marcado no mapa e é onde aquele cara pra quem pedimos informações antes nos mandou; então sim, essa é a entrada para os campos Elíseos.

Respondeu Posseidon deixando aparecer um pouco da raiva, Hades os tinha mandado em uma missão nos Campos Elíseos onde estaria a alma do último guerreiro que empunhou a lendária espada Excalibur. Observando o portão gigante a Dra.Stefany disse:

-Beleza, agora como fazemos para entrar?

-Eu não sei.

Disse Posseidon deprimido e jogando o mapa no chão.

Ferb tinha acabado de ativar o teleportador para leva-lo até onde a Dra.Stefany disse que era o acampamento, o problema era além dele não conseguir se transportar para o Acre, a máquina também estava bastante descalibrada e o teleportou a 5.000 pés de altitude, por sorte isso já tinha acontecido com ele antes e desde então ele sempre levava um paraquedas quando ia usar a máquina.

Igor com certeza estranhou ver Ferb chegando de paraquedas, ele estava no quarto de Lady Elisama conversando come ela quando avistou o companheiro pela janela do quarto. Ferb foi recebido por Hugo Strugle e vinte homens armados, Hugo estava com um sorriso torto no rosto e disse para os soldados:

-Fiquem de prontidão homens, se ele tentar qualquer brincadeira disparem a vontade.

-Qual é Hugo, o cara não pode nem voltar dos mortos em paz?

-Você não, ainda mais por que eu não o perdoei de ter roubado a minha cidade.

Disse Hugo meio irritado mas ainda com um sorriso no rosto, Ferb apenas fechou a cara enquanto pousava, preferia não tocar nesse assunto com Hugo Strugle. Os soldados se aproximaram para agarrar seus braços mas Nick Fury apareceu junto com Igor dizendo:

-Hugo, o que pensa que está fazendo? Geralmente quando eu mando receber o convidado os homens aparecem com biscoitos e um copo d’água; não com metralhadoras!

-Isso é apenas uma piada Nick, não se preocupe; alguma notícia da Dra e do Deus dos mares?

-Duvido que haja sinal de rádio no lugar onde eles estão e trate de melhorar seu senso de humor, não quero que a reunião de ex-alunos de 97 se repita.

Disse Nick Fury fazendo um sinal para os soldados abaixarem as armas, Ferb suspirou aliviado pensando que não era só ele que não entendia o senso de humor de Hugo Srugle, ele retirou o paraquedas das costas e cumprimentou Igor perguntando:

-E então parceiro, o que aconteceu enquanto eu estava fora?
"Campos Elíseos"
 

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Historia 3 - livro 4 capítulo 28 parte 7


Amy-lee sabia que mesmo Stef-any sendo o avatar ela ainda podia ser atacada pelos encapuzados, ou o pior poderia acontecer se ela encontrasse eles primeiro. Depois de quatro horas sem noticias de Stef-any Amy-lee achou melhor ir atrás dela, mas infelizmente Shaay fez questão de acompanha-la e não importava o que ela dissesse, a almirante não voltaria para o navio sem seu capitão.

Stef-any acordou sem saber quanto tempo tinha se passado e nem em que parte do mundo ela estava.  Tudo que ela sabia era que os pés estavam amarrados a frente do seu corpo e as mãos amarradas para trás, ela estava encostada em uma árvore em frente a alguma espécie de acampamento improvisado no meio da selva. Ela usava uma mordaça que a impedia de gritar e já que ela estava imobilizada a maioria das suas técnicas de dominação não funcionariam.

Ela ainda usava seu disfarce de capitão, apenas tinham removido seu chapéu, casaco e armas. Antes de começar a pensar sobre o que tinha acontecido na taverna do caolho Adull aparece ao seu lado saindo de dentro da floresto com porco-ouriço morto sobre os ombros. Ele olha para ela e fala:

-Ei Maxemillian! Sua prisioneira acordou, melhor dar uma palavrinha com ela.

-Ah Adull, vejo que você trouxe o café da manhã, tudo bem, já vou falar com ela.

Respondeu Maxemillian se levantando de seu colchão improvisado, ele se virou para ela e colocou um pouco d’água em um copo de barro e o levou até Stef-any dizendo:

-Escuta aqui avatar, se pensar em dominar essa água de alguma forma, eu juro que você vai passar sede até a hora que eu lhe entregar aos meus superiores, eu não me importo se você morrer; entendeu?

Stef-any concordou com a cabeça, as cordas a impediriam de dominar de qualquer forma, mas parece que Maxemillian a superestimava. Com cuidado ele retirou a mordaça de Stef-any e lhe entregou a água, Stef-any nem sabia que estava com tanta sede até sentir a água descendo pela garganta. Depois ela olhou para ele e perguntou:

-Acho que você pelo menos me deve algumas respostas.

-Devo? Bem que seja, não tenho nada melhor pra fazer até Adull terminar o café da manhã.

-Então me explique como vocês sabem quem eu sou e o que aconteceu ontem no bar; ah também quero saber quais as letra de vocês dois.

-Hahahahahaha, perguntas interessantes, primeiro, eu e Adull não somos “encapuzados” como meu amigo A, somos mercenários contratados por eles pra dar um jeito em você; de alguma forma eles já sabiam quem você era, mas descobriram tarde demais para o pobre A.

-Bem, foi uma boa resposta para duas perguntas, agora me responda: o que aconteceu na taverna e como eu vim parar aqui?

-Bem, pensamos que teríamos de cair no braço com você até a hora em que você pediu aquela bebida, depois disso só foi preciso um momento de distração para misturar nossa mistura especial de ervas, capaz de derrubar um Elefante branco, e esperar você beber.

-Vocês merecem meus parabéns, foram os primeiros a me drogarem desse jeito, geralmente eles se aproveitam do meu sono pesado.

Diz Stef-any começando a sentir o cheiro do porco-ouriço queimando e a se perguntar como ela escaparia daquela roubada.

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Historia 3 - livro 4 capítulo 28 parte 6


Stef-any pensou em ir atrás dos dois homens naquele instante, mas se lembrou que ainda tinha mais uma notícia para dar, ela se virou na direção da multidão de capitães e falou:

-Uma última notícia, uma das exigências do tratado era uma troca entre membros da tripulação, esses membros servirão de representantes e embaixadores.

-Então aquele novo membro da sua tripulação por acaso é a representante da marinha? Pensei que ela era sua prisioneiro, eu digo, uma garota bonita como aquela.

Gritou Ash de uma mesa e recebendo o grito de apoio de diversos outros piratas, Stef-any se permitiu corar um pouco e disse meio irritada:

-Sim, ela é a representante da marinha, almirante Shaay, a mais nova aquisição da irmandade.

-Muito bem Capitão Nero, mais alguma notícia antes da dispensa?

Perguntou Dash, Stef-any negou coma cabeça e se virou em direção a saída dos fundos da cabana e saiu ouvindo o barulho de mais garrafas sendo abertas, mas ainda não era hora de celebrar, ela tinha de ir atrás de Maxemillian e Adull.

Para a sorte de Stef-any achar dois piratas revoltados na ilha seria fácil, já que só existia um lugar pra onde ir, a Taverna do Caolho, o único lugar com pelo menos uma briga de bar por noite garantida. Seria mais prudente passar no navio e buscar Edward, Amy-lee ou até mesmo Sasha, mas ela perderia tempo demais e o orgulho dela não a permitiu.

Stef-any estava certa, Maximillian e Adull realmente estavam na Taverna do caolho, devorando um pernil e bebendo como se não houvesse amanhã, como a maioria dos piratas, mas Stef-any sabia que eles não eram apenas meros piratas. Sem se importar com o que os dois homens fortes e armados pensariam Stef-any puxou uma cadeira e se sentou junto deles, recebendo olhares feios dos dois, mas principalmente de Maxemillian. Para iniciar a conversa Stef-any pegou um pedaço do pernil e disse:

-Sinto muito se A era amigo de vocês e espero que entendam que só fiz o que fiz para o bem da irmandade.

-Você matou meu amigo e espera que eu simplesmente te perdoe.

Disse Maxemillian irritado, Adull olhou para ele cheio de comida na boca com um olhar cauteloso, Stef-any abriu um sorriso e pediu uma bebida para a garçonete e disse para Maxemillian:

-Já disse que foi para o bem da irmandade, ele se tornou um traidor, qualquer outro capitão teria tomado a mesma decisão que eu tomei.

-Eu não, capitão Nero, eu faria diferente.

Disse Maxemillian observando a bebida de Stef-any chegando, Stef-any o encarou e falou satisfeita já que seu plano estava funcionando:

-Quer dizer que você prejudicaria a causa da irmandade em prol de algo mais pessoal?

-Eu diria mais do que pessoal, avatar Stef-any.

Respondeu Maxemillian com um sorriso sombrio e largo, agora era a hora de Stef-any atacar, só pra confirmar utilizou a visão dos espíritos enquanto se encostava na cadeira e bebia um pouco, Maxemillian e Adull exibiam auras hostis a ela, mas o restante do bar não, aquela seria uma luta fácil.

Historia 1 - Capítulo 39 parte 8


O único modo de entrar no castelo era um portal localizado logo abaixo dele, que servia de elevador. Por sorte não havia fila naquele dia, geralmente havia uma enorme fila dos mortos revoltados e exigindo melhorias e melhor ainda, Posseidon já era aguardado ou seja, não teriam que perder tempo se explicando com o porteiro.

A Dra.Stefany ficou impressionada, o castelo era ainda mais bonito por dentro do que por fora; ele fora decorado com um estilo gótico que mantinha a atmosfera do mundo inferior, mas dava uma melhorada naquele estilo grego clássico que ela já estava criando nojo, Hefesto havia caprichado. Ao chegarem na sala do trono Hades já estava esperando por eles, ele estava encostado na parede observando a vista por uma das janelas e se virou para eles dizendo:

-Ah, irmão Posseidon, que bom lhe rever, já fazem muitas décadas que eu não o vejo.

-O que é isso Hades, não precisa exagerar tanto, só fazem 29 anos desde a última vez que o vi, espero que tenha gostado da minha cesta de presentes esse ano.

Disse Posseidon, a Dra.Stefay se adiantou para falar antes que Hades continuasse com aquele papo chato e disse:

-Com licença Hades, espero que esteja ciente do que está acontecendo no mundo dos vivos.

-Mas é claro que estou, o deus dos mares Posseidon e sua esposa vivendo em uma escola para mortais, é um reality show muito famoso por aqui, gostaria de pegar um autógrafo de vocês três depois.

Disse Hades um pouco encabulado, a Dra.Stefany ficou tão encabulada que até esqueceu do que ia dizer, então Emily se adiantou falando:

-Como assim um reality show? Era tudo encenação?

-De modo algum, é só que depois que eu me matriculei por lá Zeus fez questão de acompanhar minha vida por lá e isso acabou virando um show televisionado por todo o submundo e pelo Olimpo.

Respondeu Posseidon, pensando que já tinha avisado eles disso, Emily olhou feio para ele e Hades disse com uma risada:

-E é bem famoso por aqui, devo admitir que até chorei quando Ferb morreu, tentei negociar a alma dele, mas falhei miseravelmente.

-Ok, será que podemos, falar de negócios agora? Você conhece o Novo Hitler?

Pergunta a Dra.Stefany, Hades faz uma cara mais séria e vai até uma mesa grande que ficava perto de seu trono, de lá retirou um punhado de folhas e um par de óculos de leitura e disse:

-Sim, ele reviveu no episódio 45, pra fazer isso ele precisava falar comigo e preencher a papelada, a qual tenho aqui nas minhas mãos, tudo nos conformes, uma ressureição limpa e que deu uma bela guinada na história de vocês.

-Ele matou meus amigos!

Grita Emily furiosa, Hades olha para ele e retira os óculos dizendo:

-Não matou não, acredite eu saberia se essas almas estivessem em meu reino ou no reino superior.

-Tudo bem Hades, só estamos preocupados com eles.

Disse a Dra.stefany um pouco mais calma agora que sabia que seus amigos estavam vivos e sendo mantidos prisioneiros, Posseidon aproveitou o silêncio e falou:

-Fiquei sabendo que você tem uma pista sobre o paradeiro da verdadeira Excalibur, precisamos dela... pro final da temporada.

-Interessante, de fato eu sei onde ela está, mas consegui-la não será uma tarefa fácil.

Disse Hades puxando outra folha de papel da mesa, um pergaminho parecido com aquelas quests de R.P.G.

 

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Historia 2 - capitulo 12 parte 14


Toda carga que chegava a cidade, seja pelos barcos ou trens, eram levados e guardado nos armazéns ao sul da cidade onde a Black Eyed Peas tinha ido procurar pelo Ukanlos de Ferb Hood. Durante a tarde em um dia de semana o lugar se tornava um verdadeiro formigueiro humano, fervilhando de comerciantes, contrabandistas, policiais, civis e transportadores. Naquela mesma tarde ninguém notou as quatro carroças que ficaram abandonadas no local o dia inteiro.

Scarlet já estava cansada de ficar ali com Jungle Victor esperando Leo Smith e Lobrenus voltarem, os seguranças continuavam desmaiados e muito bem amarrados, mas com certeza ala não gostaria de estar lá quando aqueles dois acordassem, os dois eram musculosos e mal encarados, se não tivesse sido pelo elemento surpresa eles nunca teriam conseguido derruba-los e agora que só metade da party estava ali as coisas poderiam piorar rapidamente.

Lobrenus estava frustrado, não havia nada de importante por ali, nenhuma bomba, espada ou mesmo um prego caído no chão. Desceu a escada de volta ao palco e decidiu que era melhor buscar Leo Smith para saírem logo dali. Ele procurou na multidão atrás de seu companheiro e o encontrou na hora em que ele acertava um belo soco na cara de Ferb Hood.

Tudo aconteceu rápido demais par Leo Smith, em um segundo o sangue subiu pela cabeça e no outro seu punho já deformava a cara de Ferb Hood. O antigo companheiro caiu para trás em cima da mesa que quebrou com seu peso e derrubou a máscara no chão; Leo Smith olhou ao redor e notou que todos tinham parado o que estavam fazendo e agora olhavam atentamente para ele. Ferb Hood pegou sua máscara e a colocou novamente antes de se levantar, limpando restos de biscoito do casaco e usando um guardanapo para limpar o sangue que escorria do nariz.

Leo Smith mal teve tempo de reerguer a guarda quando o soco de Ferb Hood o acertou no estomago fazendo com que ele curvasse o corpo tentando recuperar o folego, nesse momento Ferb Hood aproveitou para atacar novamente; a cabeça de Leo Smith voou para trás quando seu joelho a acertou bem acima do nariz. Agora era Leo Smith quem se arqueava de dor no chão, as mãos em concha em frente ao rosto tentando impedir o sangramento ou o vômito.

Historia 1 - Capítulo 39 parte 7




Na manhã do dia seguinte, logo depois do café da manhã a Dra.Stefany recebe outra ligação de Ferb que disse:
-E ai, onde vocês estão?
-Ferb, na boa, será que antes de eu te falar onde nós estamos você poderia me dizer como derrotar no Novo Hitler?
-Para você ir atrás dele e levar outra peia? Não, é melhor esperar um pouco mais.
-Não, por favor, é algo que eu preciso saber.
Disse a Dra.Stefany um pouco irritada, Ferb dá uma bufada na telefone e diz:
-Ok, pode parecer meio ridículo, mas são as palavras usadas pelo Velho Hitler; nós precisamos violá-lo.
-Por violá-lo, você quer dizer...
-isso mesmo que você está pensando, eu também estranhei, mas fazer o que se é pelo bem do mundo.
Disse Ferb, os dois ficaram em silencio por um tempão, até que Ferb quebrou o silencio perguntando:
-Então, onde diabos vocês estão?
-Você não vai acreditar, viemos nos esconder no Acre.
-De fato, eu não acredito, mas enfim, vai demorar um pouco pra mim chegar ai já que meu teleportador não funciona no Acre.
Disse Ferb desligando o telefone, a Dra.Stefany fez o mesmo e se virou para Posseidon e Emily que estavam sentados atrás dela.
Na noite anterior Posseidon se lembrou de uma pista sobre onde a verdadeira Excalibur tinha ido parar, a Dra.Stefany e Emily não perderam tempo se ofereceram para ajudar na busca. Os três usaram os poderes de teleporte de Posseidon para se teletransportarem até a entrada do submundo, onde Posseidon planejava conversar com seu irmão Hades.
O lugar tinha mudado muito desde que a Dra.Stefany esteve ali pela última vez a pouco mais de dois milénios. Hades havia mandado construir um novo castelo mais afastado da favela construída pelos espartanos, um castelo flutuante que surpreendeu tanto Emily quanto a Dra.Stefany; Posseidon olhou para as duas e gargalhou dizendo:
-Interessante não, Hefesto gostou tanto do filme Avatar que decidiu inovar um pouco, saiu um pouco caro, mas eu diria que o resultado é impressionante.

-Realmente impressionante, um castelo flutuante para o rei do submundo; é uma grande ironia.
Disse Emily fazendo Posseidon rir ainda mais.
"O Castelo de Hades"