segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Historia 3 - livro 4 capítulo 25 parte 4


Os três assistiram o sonho pelo menos umas quatro vezes, quando Stef-any finalmente pensava que tinha se esquecido daquelas imagens terríveis ela é forçada a assistir tudo novamente. Quando o guru e Sebastião pareceram satisfeitos eles pausaram o sonho e então Sebastião disse:

-Sonhozinho pesado esse seu, mas com certeza...

-... Com certeza é uma profecia, uma visão do futuro você teve.

Diz o guru interrompendo Sebastião, Stef-any pergunta assustada:

-Então quer dizer que isso vai mesmo acontecer?

-De fato, eu lamento muitíssimo.

Diz o guru com uma voz impassível, Sebastião bota a mão no ombro dela e fala com um sorriso no rosto:

-Mas não se preocupe, ao contrário do que a maioria pensa o futuro não está escrito na pedra.

-Esta sim na verdade, posso ir mostra-la a pedra do destino a qualquer hora.

Fala o guru, Sebastião mesmo sendo sego manda um olhar frio e sem graça para o guru que tentava disfarçar um sorriso, depois Sebastião continua falando:

-Você pode mudar isso, impedir que aconteça.

-Mas muito difícil é e poucos conseguem.

Avisa o guru, Sebastião sorri mais ainda e diz:

-Mas existe uma pessoa que sempre conseguiu mudar o próprio destino.

-Quem, por favor, me diz, ele é o único que pode me ajudar em uma hora dessas.

Fala Stef-any, o guru e Sebastião riem e então Sebastião fala olhando fundo nos olhos dela:

-Essa pessoa é o avatar.

-A você caber a responsabilidade de mudar o futuro.

Fala o guru, Sebastião se levanta e fala enquanto se espreguiçava:

-Bem parece que meu trabalho aqui acabou, boa sorte avatar, quem sabe na próxima vez eu te mostre a pedra do futuro.

-Sim, toda a sorte do mundo à você eu desejo, avatar.

Fala o guru, de repente a fogueira se apaga deixando todo o quarto escuro, Stef-any sai pela porta por que tinha entrado e foi recebida por Muriel que segurava algo envolto em um pedaço de pano em suas mãos e pondo o objeto em cima da mesa fala:

-Espero que isso seja de grande ajuda para você.

-Eu também.

Fala Stef-any estendendo o braço para pegar o objeto no balcão e em um piscar de olhos ela estava de volta no mundo físico, parecia que o tempo tinha passado muito lentamente, Amy-lee nem notara sua ausência e vendedora tinha acabado de voltar com os itens da lista.

Ao sair da loja carregando as compras Stef-any nota que o objeto que Muriel tinha deixado para ela no mundo espiritual estava no meio das compras. Quando deixaram as coisas no navio Stef-any pegou o pacote e o abriu para descobrir o que era, e encontrou no meio de todo aquele pano um colar de conchas, examinou o colar detalhadamente a procura de inscrições ou marcas mágicas, mas não encontrou nada, porém Sasha também havia notado o colar e disse telepaticamente:

-É um colar de búzios da Praia Poente, um objeto muito poderoso que Muriel te disse.

-Praia Poente, nunca ouvi falar.

-Praia poente é o nome de uma praia que fica no mundo espiritual, um lugar de beleza infinita e de acesso complicado.

-Huuum, agradeço, de fato é um colar muito bonito, mas pra que serve?

-Eu não tenho certeza, os búzios da Praia Poente são ótimos para armazenar energia e magia, por isso as habilidades do colar vão depender do tipo de bruxaria que Muriel colocou ai.

Fala Sasha, Stef-any então apenas bota o colar, ele pinicava um pouco e apertava seu pescoço no começo, mas com o passar do tempo ele se adaptou ao pescoço de Stef-any e ficou do tamanho certo, naquele momento Stef-any percebeu que apenas o tempo diria que tipo de poder aquele colar detinha.
"Colar de Búzios"
 

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Historia 3 - livro 4 capítulo 25 parte 3


Aquele sonho ficou atormentando Stef-any todo o resto da viajem para a ilha Rellys, ao falar dele com Amy-lee e Sasha que perceberam que ela estava agindo estranho Sasha disse:

-Pode ter sido uma visão do futuro, pra ser tão real desse jeito, ou pode ser uma visão de uma vida passada ou...

-Ou pode ter sido só um pesadelo, a vida no navio é uma grande mudança de ares.

Diz Amy-lee interrompendo Sasha, o espirito percebeu que Amy-lee não estava querendo assustar Stef-any e ficou calada, Stef-any deu um sorrisinho e disse rindo:

-Ou talvez seja um ataque de abstinência da sala de meditação do templo do ar.

Aquilo rendeu umas boas risadas e Stef-any decidiu que aquele pesadelo era apenas um sonho e que previsão ou não ela não deixaria que aquilo se tronasse realidade, e principalmente, agora ela ficaria muito atenta a mulheres ruivas.

Naquela mesma tarde o velho tubarão aportou na ilha Rellys, Peishei pediu que Amy-lee, Stef-any e dois marinheiros fossem comprar remédios. A loja ficava em uma cabana no meio da selva e a mulher que tomava conta do lugar se parecia muito com o espírito cigano de Muriel.

Os marujos esperaram do lado de fora da loja enquanto Amy-lee e Stef-any faziam as compras, Amy-lee entregou a lista de produtos que Peishei tinha dado a ela para a velha atendente, a mulher pegou a lista e foi até uma dispensa em um cômodo nos fundos.

Quando a mulher voltou Stef-any não deixou de perceber o terceiro olho no meio da testa e as mesmas roupas de Muriel, ao olhar ao redor percebeu que Amy-lee tinha desaparecido e a loja tinha mudado, inclusive não tinha mais porta. Muriel deu um sorriso e disse:

-Stef-any minha criança há quanto tempo.

-Não se preocupe, eu nos trouxe ao mundo espiritual para descobrirmos o que foi aquele seu sonho.

Disse Sasha, agora em sua forma original de leão dourado. Muriel abriu uma porta na parede atrás dela e disse;

-Por aqui, o guru já esta a sua espera.

-Aff, aquele velho que fala esquisito de novo.

Diz Stef-any indo para a porta, ao entrar no quarto encontra o mesmo guru de seis braços meditando diante de uma fogueira. Ao se aproximar o guru diz:

-Olá Avatar, uma vez mais o destino nos une, debater sobre seu sonho nós devemos, pois grande problema eu vejo que ele carrega.

-Foi só um pesadelo, não é nada para se preocupar.

-Então “nada para se preocupar” é a vida de seus amigos, sente-se refletir sobre isso nós três vamos.

-Nós três? Mas aqui só tem nos dois.

-Sua mente abrir você deve, um amigo meu nos ajudar irá.

Stef-any então senta na posição de meditação em frente a fogueira e então o guru fala:

-Ah, ele chegar enfim, mais esperar eu não aguentaria.

-Desculpem a demora, o transito estava horrível.

Diz alguém entrando pela porta, Stef-any olha reconhecendo a voz e vê Sebastião se sentando do lado dela e dizendo:

-Olá Stef-any, dormiu bem noite passada?

-Chega, concentração absoluta aqui é necessária, começar logo nos devemos.

Fala o guru com um pouco de raiva na voz, Sebastião então se afasta um pouco de Stef-any e fica na posição de meditação. Stef-any começa a encarar o fogo para tentar se concentrar e então aos poucos vai notando que as imagens do seu sonho estavam passando na fogueira como se fosse um filme.

Historia 2-capitulo 10 parte 8


Agora eles estavam praticamente às cegas, sem a luz da tocha para iluminar a única coisa que sobrava era uma pequena quantidade de luz do luar que entrava pelas frestas das paredes e do teto da caverna.

Os três teriam de manter a calma e terem cuidado para não acertarem um ao outro naquela escuridão. Sem conseguir ver o golpe se aproximando Leo Smith é acertado no braço direito pelas garras das asas de um dos monstros e é arremessado contra a parede, sua armadura tinha protegido seu braço, mas acabou quebrando deixando o membro desprotegido contra um segundo ataque.

Leo Smith se levanta usando a parede como apoio e agora que sua visão já havia se acostumado a escuridão ele já podia ver a silhueta do Gore Magala bem na sua frente. Ele espremeu seu corpo contra a parede enquanto a cabeça do monstro se aproximava cheirando o ambiente, Leo Smith esperou até o monstro estar praticamente cara a cara com ele e sacou sua faca e a fincou bem atrás da parte inferior da mandíbula do monstro e a torceu rapidamente quebrando o osso.

O Gore Magala rugiu de dor, com sua mandíbula destruída ele não conseguia mais deixar a boca fechada e Leo Smith aproveitou para enfiar uma bomba lá dentro. Ele enfiou seu braço com a bomba na garganta do monstro, sem a armadura atrapalhando o braço foi bem fundo na garganta do monstro e então apertou o botão para acionar a bomba e retirou o braço o mais rápido que pode.

Lobrenus estava do outro lado da caverna quando ouviu a explosão, sangue do Gore Magala foi esparramado para todo lado tingindo as paredes de vermelho e roxo. O outro Gore Magala deu um urro de raiva e avanço em direção a Lobrenus, o hunter percebeu a distancia e a direção em que o monstro vinha pelo barulho e com um giro acionou seu machado e cortou a lateral do corpo do monstro, cortando os músculos das patas e cortando uma das asas.

O monstro caiu derrapando no próprio sangue até bater na parede da caverna com um baque surdo, Lobrenus sem perder tempo encontra o pescoço do monstro e o separa do resto do corpo com um golpe rápido e certeiro.
"Encurralado"
 

Historia 1 - Capítulo 34 parte 18


Ravena e a Dra.Stefany tinham a vantagem numérica, mas acabaram esquecendo um pequeno detalhe, Skino era forte pra caramba e sabia lutar muito bem, qualquer golpe dele seria o suficiente para derrubar qualquer uma delas, então elas não tinham opção se não lutar usando feitiços a distância e Skino sabia disso.

Com um movimento rápido a Dra.Stefany lança raios de sua varinha, Ravena faz o mesmo logo depois dela, Skino prevendo o ataque delas já havia se antecipado e esquivado dos dois ataques por muito pouco e corria na direção delas, porém antes de chegar muito perto ele cria uma grande nuvem de fumaça que cobriu todo o corredor com uma fumaça espeça. A Dra.Stefany ficou surpresa demais com a magia e não fez nada além de prender a respiração temendo que a fumaça fosse tóxica, mas Ravena imediatamente tomou uma contramedida; ela cria uma rajada de vento balançando sua varinha de um lado para outro e repele a fumaça.

Elas olham de um lado para outro procurando por Skino pensando que ele já deveria estar bem perto delas para acerta-las, mas se surpreenderam ao ver que ele tinha usado escalado as paredes para passar por cima das duas e já estava no final do corredor indo em direção a linha de chegada. A Dra.Stefany ficou irritada e gritou:

-Mas nem pensar, já disse que você não vai passar!

Ela bota suas mãos nas paredes de plantas e cria uma parede de espinhos brotando das paredes mais a frente para parar Skino, ele parou bem a tempo de não ser espetado e olhou para altura da parede de espinhos pensando se dava para passar por cima, mas a parede era mais alta que as próprias paredes do labirinto, escala-la era impossível. Ravena e a Dra.stefany aproveitaram que Skino parou e correram na direção dele, Skino percebeu isso e criou uma grande bola de fogo com sua varinha e a disparou contra a parede de espinhos.

A bola de fogo destruiu a parede de espinhos que a Dra.Stefany tinha criado com muita facilidade e ateou fogo nas paredes do labirinto até explodir no final do corredor, agora o corredor que antes era coberto por plantas verdes e cheirosas estava pegando fogo e deixando as coisas bem quentes.
 

"Parede de espinhos"

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Historia 2-capitulo 10 parte 7


A caverna era escura e bastante úmida, as paredes estavam manchadas de sangue e vinha um terrível cheiro de carne podre vindo do interior, sem duvida alguma aquele era o esconderijo do gore Magala.

Lobrenus ia na frente, com uma tocha na mão e a outra no cabo do switch Axe em suas costas, Jungle victor ia logo atrás com o martelo armado arrastando no chão, a qualquer sinal de perigo Lobrenus sairia da frente e Jungle Victor desceria seu martelo no que viesse e por ultimo estava Leo Smith cobrindo a retaguarda, com as mãos  no cabo da espada e pronto para qualquer coisa.

Mais à frente a caverna se abria em um grande salão, o cheiro ali era quase insuportável e forçou os hunters a usarem um lenço para conseguirem respirar e lá estava o Gore Magala devorando o corpo do hunter solitário, o problema era que ele não estava sozinho, junto dele tinha mais dois um pouco menores e outros seis bem mais jovens, ainda filhotes.

Um dos monstros empurrou os filhotes mais para o fundo da caverna e depois voltou aos outros dois e formaram uma barreira para protegê-los, Lobrenus entendeu o que estava acontecendo aqui e disse:

-Ei pessoal, esse monstro esta tentando proteger a própria família, será que devíamos mesmo mata-los.

-eles não se importaram com a família dos fazendeiros e muito menos com a do hunter solitário, por que devíamos mostrar compaixão para eles?

Fala Jungle Victor levantando o martelo, Leo Smith toma a dianteira e fala:

-Porque nós podemos, somos seres racionais, mas não quer dizer que vamos poupa-los.

-Então poupem apenas os filhotes, podemos captura-los e envia-los para algum lugar.

Sugere Lobrenus, enquanto os três hunters conversavam os Gores Magalas já estava andando ao redor deles em círculos, mostrando seus dentes e garras. O ataque poderia vir de qualquer direção então os hunters entraram em formação de combate, um de costas para o outro cada um vigiando um monstro, Leo Smith sacou sua espada e Lobrenus sacou seu machado ao mesmo tempo em que fincou com força a tocha no chão.

Quando o primeiro atacou com um pulo em Leo Smith o hunter se abaixou e deu apoio para Jungle Victor que pulou com seu martelo na direção do monstro o acertou na cabeça com tanta força que a cabeça do monstro quicou no chão com tanta força que fez uma barulho de algo quebrando, só por garantia Jungle Victor ainda esmaga a cabeça do monstro no chão esparramando seu sangue pra todo lado.

Os outros dois rugiram furiosos e partiram para cima ao mesmo tempo, os hunters se separaram para evitar o ataque, mas a tocha que iluminava a luta acabou sendo atingia pelo monstro e se apagando.

Historia 1 - Capítulo 34 parte 17


Enquanto isso a Dra.Stefany ainda estava petrificada dentro da sala, aos poucos foi recobrando os movimentos, mas estava perdendo muito tempo. Então decidiu usar esse tempo pensar em um meio de sair dali, já que Skino tinha desativado o portal para ela sair. Ela ainda não acreditava que tinha sido feito de idiota por Skino, quando ela pusesse as mãos nele ele iria pagar caro, mas a ideia de acabar salvando Ravena ainda a irritava bastante.

Depois de um tempo a Dra.Stefany já conseguia mover o braço direito e aproveitou para sacar sua varinha e cancelar o feitiço de petrificação. Agora que podia se mover a Dra.stefany pegou o verdadeiro urso de Ravena, precisava dele para convencê-la de que o que estava com ela era falso.

Agora era hora de descobrir como sair de lá, ela tentou entrar no espelho, mas não funcionou, realmente era apenas um espelho normal, ela então procura na sua cabeça tudo que viu, na escola, no olimpo e no hospício e conseguiu se lembrar de um feitiço que poderia funcionar, o feitiço funcionou e transformou o espelho em um portal novamente, porém ela não saiu onde pensou que sairia, o novo portal a teleportou diretamente para a saída do labirinto.

Sabendo que Skino e Ravena estavam indo na direção da saída ela correu na direção contrária, em direção ao labirinto esperanto topar com eles no caminho. Não demorou para encontra-los, eles estavam a apenas três corredores de distância. O corredor onde eles se encontraram era todo coberto por plantas nas paredes e era bastante amplo, a Dra.Stefany daria qualquer coisa, com exceção do urso, para conseguir uma máquina fotográfica e tirar uma foto da cara de Skino quando ele a viu era uma mistura de raiva, frustração e surpresa.

Ravena logo notou o urso idêntico ao seu na mão da Dra.stefany e gritou:

-Que tipo de bruxaria é essa?

-Ravena, me de o seu urso e se afaste de Skino.

Fala a Dra.Stefany se aproximando com o urso entendido para Ravena e de olho em Skino, ele ainda estava calado, mas já devia estar planejando algo. Ravena olhou confusa para ele e depois para a Dra.Stefany e diz:

-Espera ai, não tô entendendo nada, por que Skino esta com essa cara? Como você está com o meu urso sendo que eu também estou com ele?

-É uma longa historia, mas a versão resumida é que esse urso ai é o meu disfarçado, Skino planejava fazer você sair com esse ai e então revelar a ilusão, desse modo eu e você perderíamos a prova.

Diz a Dra.Stefany se aproximando mais ainda, Ravena olha para o urso, dessa vez com mais atenção e então gritou:

-Revelion!

-Não.

Grita Skino sem querer, aquele era um feitiço para cancelar ilusões e revelou a verdade por trás do urso. Ravena fica puta com Skino e troca de urso com Dra.Stefany dizendo:

-Eu não permito que ninguém me faça de boba, pode ir Stefany eu tenho um assunto para tratar aqui.

-Nem pensar, eu também tenho contas a acertar com ele.

Diz a Dra.stefany estralando os dedos, as duas se posicionaram para bloquear a saída de Skino, agora ele não tinha outra escolha se não lutar com elas para vencer.

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Historia 3 - livro 4 capítulo 25 parte 2


Quando a noite caiu os marinheiros abaixaram as velas auxiliares e foram para seus aposentos, o timoneiro, o vigia e o contra mestre eram os únicos da tripulação no convés, atentos a qualquer movimento estranho no oceano. Stef-any estava com Sasha na frente do navio observando a luz da lua refletida no mar, ela esperava Amy-lee e Peishei decidirem uma rota sozinhos enquanto ela saiu pra pegar um ar e pensar um pouco, sobre como as coisas estava em casa e principalmente pensar em Damon e na resistência, fazia muito tempo que ela não tinha noticias deles, praticamente eles não se falavam desde que se despediram no templo do ar.

Sasha estava disfarçada de Papagaio Tagarela, praticamente era o disfarce perfeito já que nenhum dos marinheiros se importava com aquele tipo de animal, afinal são bastante comuns no país da água.

Quando Amy-lee finalmente saiu da cabine do capitão foi avisar Stef-any sobre qual seria o caminho dizendo:

-Nós vamos para a Ilha Devas, a maior e mais segura ilha por essas águas.

-Ótimo, quanto tempo de viajem?

-Três dias, sendo que amanhã passaremos o dia na Ilha Rellys para reabastecer, com sorte talvez tenha algum dominador de água por lá.

-Vai ser uma longa viajem então.

-Hehe, o que houve com todo aquele entusiasmo de hoje cedo?

-Parece que acabaram minhas pilhas, estou morta de cansaço.

-Algo me diz que tem mais alguma coisa, eu conheço esse seu olhar.

-Eu estava pensando em Mirassol, faz tempo que não tenho noticias de lá e estou preocupada, dá ultima vez que fui lá a coisa estava feia.

-Não se preocupe, assim que você dominar a água vamos voltar direto pra lá, até lá se concentre no agora.

-Tem razão, vamos dormir.

Diz Stef-any seguindo Amy-lee até seus aposentos, naquela noite Stef-any teve dificuldade para dormir por causa do movimento das ondas no barco e quando ela finalmente conseguiu dormir teve um terrível pesadelo.

Ela estava sozinha na mansão do ditador de Mirassol, o lugar estava um inferno de chamas e estava caindo aos pedaços. Stef-any corria por um corredor, o teto caindo sobre sua cabeça e o chão cedendo sob seus pés, sua dominação não estava funcionando e estava difícil de respirar. Ela começou a subir por uma escadaria circular, e no topo estava uma porta prateada brilhante, ao abri-la ela vê vários encapuzados em volta de uma mulher de longos cabelos vermelhos da cor de sangue e olhos assustadores, com um brilho sombrio emanando de cada um deles.

Stef-any acordou gritando, seu corpo todo temia e ela estava ofegante, com certeza aquela cena ficaria a atormentando por todo o resto da viajem. Provavelmente ela não se esqueceria dos encapuzados a olhando com se ela fosse a próxima refeição, a mulher de cabelos de sangue e o pior, os corpos de seus amigos espalhados pela sala.
"A ruiva dos pesadelos"
 

Historia 1 - Capítulo 34 parte 16


Skino se sentou na cama e começou a falar:

-Desde o começo eu decidi me fingir de idiota e coitadinho para fazer alianças secretas com vocês duas, sem que nenhuma de vocês soubesse.

-Então você planejou isso tudo, até durante as provas.

-É isso ai, até agora Ravena esta agindo conforme o plano “dela” que eu sugeri.

-Como assim?

-Acha que você ter se encontrada com ela no labirinto era coincidência? Não, foi tudo parte do meu plano. Eu pedi que ela se fingisse de perdida e falasse alto até que você aparecesse, depois tudo que ela tinha de fazer era te conduzir até mim.

-Então ter te encontrado não foi um acidente?

-Acha mesmo que alguém ficaria perdendo tempo comendo cachorro quente no meio de um labirinto, eu estava a sua espera para que pudéssemos vir juntos para esta sala.

-Para que então você me prendesse aqui enquanto ganhava o campeonato.

-É isso ai, enfim você entendeu, agora se me dá licença Ravena deve estar chegando e preciso dar um fim neste seu urso.

-Então aquelas suas idas ao banheiro era você deixando pistas para Ravena nos seguir.

-É isso ai, tudo que ela tem de fazer é seguir o cheiro.

Diz Skino se levantando da cama e indo em direção ao portal carregando o próprio urso e o da Dra.Stefany.

Do outro lado do portal Skino usa um feitiço ilusório no urso da Dra.Stefany fara deixa-lo idêntico ao urso de Ravena e então lança um feitiço no espelho que dava passagem para a sala onde estava a Dra.Stefany, o feitiço servia para cancelar magias e isso fez com que o portal se tornasse um mero espelho comum deixando a Dra.stefany presa lá dentro e impedindo Ravena de conseguir o urso de verdade.

Não demorou muito para que Ravena se encontrasse com Skino, quando ela o viu andando pelo corredor gritou:

-Ei Skino e ai conseguiu?

-Espero que sim, eu peguei esses ursos por que eles têm as cores de nossas escolas.

Diz Skino entregando o urso para Ravena, ela o pega rapidamente o examina, mas Skino tinha caprichado na ilusão e Ravena não percebeu nada. Logo depois ela olha para ele e pergunta:

-Algum sinal da Stefany?

-Eu e ela nos separamos algum tempo atrás, eu disse para ela ir por outro caminho e escondi o urso dela para que ela perdesse tempo.

-Era melhor tê-lo destruído, mas agora não adianta, vamos logo terminar isso de uma vez por todas.

Fala Ravena tentando disfarçar o sorriso de pensar no momento de atacar Skino, mas ele sentiu pena dela, ele conseguia fingir muito melhor que ela.

 

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Historia 3 - livro 4 capítulo 25 parte 1


Capítulo 25
Todos a bordo
Como prometido Nemo foi até o porto se despedir delas, embora Peishei tivesse convidado ele para se juntar a eles ele recusou dizendo que já tinha tido aventura o suficiente por um bom tempo.
Stef-any estava ansiosa para iniciar sua viajem e Peishei percebeu isso, assim que as ancoras foram levantadas Peishei gritou:
-É isso ai pessoal, vamos sair daqui!
-Sim capitão, soltem a vela principal.
Grita a tripulação animada correndo em direção ao mastro principal e rapidamente libertando as velas principais, o navio deu um solavanco desequilibrando Amy-lee e Stef-any, Peishei sorri e diz:
-Hehe, parece que o velho tubarão estava ansioso para sair da coleira.
-Ele é bem rápido.
Diz Amy-lee olhando para Bahia da Lua que ficava para trás, Peishei deu uma risadinha arrogante e disse:
-Vocês ainda não viram nada, vamos lá homens a todo pano!
-Sim senhor capitão, vamos libertar a fera.
Gritam os marujos em resposta correndo nas cordas e nos mastros para soltarem as velas restantes. O navio deu outro solavanco e acelerou incrivelmente, rasgando a água e deixando Bahia da lua para trás.
Depois Peishei as levou até sua cabine e abriu um mapa na frente delas dizendo:
-Hora de decidirmos para onde ir.
-Nós já dissemos que vamos para as ilhas dos dominadores de água.
Fala Amy-lee olhando o mapa com atenção, Peishei aponta para um arquipélago de ilhas no mapa e diz:
-As mais próximas são as lhas Zarkadas, mas eu não recomendaria irmos lá.
-Porque não?
Pergunta Stef-any examinando o mapa, Peishei já procurando outras ilhas diz:
-Digamos que não fomos embora de lá porque queríamos, nós fomos meio que expulsos.
-Como assim, o que aconteceu?
-Ah, o de sempre, uma briga de bar por causa da melhor mulher da casa. Muito álcool no sangue faz isso.
-E então para onde vamos?
Pergunta Amy-lee surpresa por Peishei ter sido expulso de uma ilha, vendo que Peishei tinha ignorado várias ilhas no mapa e todas as da parte de baixo Stef-any pergunta:
-Por que não vamos numa dessas aqui?
 
Ela bota o dedo nas ilhas da parte sul do mapa e Peishei da uma olhada rápida e volta a procurar outras ilhas dizendo:
 
-Mas nem morto, todas as ilhas ao sul de Martanga são controladas por eles.
-Por “eles” quem?
Pergunta Stef-any curiosa e já pensando ser mais alguma coisa envolvendo os espíritos ou os encapuzados, Peishei olha para ela com um olhar sombrio e responde:
-Os demônios dos nove mares, piratas.
"Briga de bar"
 
 

Historia 2-capitulo 10 parte 6


Quando Lobrenus e Jungle Victor finalmente chegaram no chão Leo Smith e Scarlet já estavam a espera deles, Scarlet parecia não ter recebido muito bem o choque, afinal ela nunca tinha presenciado a morte de um hunter e o sorriso que estampava a cara de Leo Smith alguns minutos atrás tinha desaparecido sem deixar rastros deixando apenas uma cara séria e uma vontade ardente por sangue que Lobrenus e Jungle Victor entendiam muito bem.

O Gore Magala tinha voado na direção noroeste do desfiladeiro e ainda não tinha voltado. Os quatro seguiram naquela direção, infelizmente estava fácil de não perder a direção, por todo o caminho eles encontraram pedaços da armadura e do corpo do hunter solitário que tinha sido mutilado em pleno ar deixando uma trilha de sangue e metal pela floresta.

A trilha se estendia por alguns quilômetros, mas eles não pararam nem para beber água ou descansar. Scarlet era quem mais se esforçava, estava cansada e suja, além de bastante assustada, ela não compartilhava da sede de sangue dos outros membros e temia pela sua vida e pela de seus companheiros.

O sol já começava a se por quando eles encontraram o esconderijo do Gore Magala, eles tinham certeza de que era ali, pois logo na entrada da caverna estava o capacete sujo de sangue do hunter solitário e tinha uma trilha de sangue fresco indo caverna a dentro, em rumo a escuridão. Depois do Grand Hunter Week eles não tinham mais medo de cavernas, mas Scarlet não iria entra ali e gritou:

-É isso, pra mim chega!

-Como assim?

Diz Lobrenus se virando para ela com uma cara de raiva, assustada Scarlet dá um paço para trás e diz:

-Eu não vou entrar ai, é morte na certa. Por favor, não vão. Leo...

-Scarlet, eu não tenho opção.

Responde Leo Smith com um ar frio sem sequer olhar para ela, mas ela continua:

-Façam como quiserem, eu vou esperar aqui fora.

-Não, vamos todos juntos, afinal somos uma party.

Diz Jungle Victor indo puxar Scarlet, mas Leo Smith o segura dizendo:

-Não, deixem-na ai, é mais seguro e ela ainda pode impedir o monstro de fugir.

-É isso ai, vamos nessa, não podemos ficar perdendo tempo.

Fala Lobrenus já dentro da caverna, Jungle Victor o segue e Leo Smith quando estava na entrada da caverna se vira e olha para Scarlet, encara as lagrimas que escorriam na cara dela e tenta segurar as suas dizendo:

-Não se preocupe, eu vou voltar, nos todos vamos.

Scarlet sentiu algo estranho nas palavras dele, como se o “nos todos vamos” não se referisse apenas aos três, mas a alguém mais, mas decide ignorar aquele pensamento bobo e enxugando as lagrimas do rosto ela diz com um grande sorriso:

-Vai nessa, boa sorte.

Leo Smith retribui o sorriso e entra na caverna, desaparecendo aos poucos na escuridão.

"O esconderijo do Gore Magala"

Historia 1 - Capítulo 34 parte 15


Foi divertido passar pelo corredor discoteca, mas as coisas ficaram melhor ainda quando encontrou Skino no próximo corredor. Ele estava comendo um cachorro quente junto de um vendedor de lanchinhos que tinha se perdido quando foi tentar vender a comida no evento e acabara entrando no labirinto sem querer e se perdido. O vendedor disse ter visto muitas coisas estranhas no labirinto inclusive três ursinhos de pelúcia, que eram os objetos que eles deveriam encontrar.

Juntos a Dra.Stefany e Skino abriram um portal para fora do labirinto para libertarem o vendedor e em troca ele disse o caminho que os competidores deveriam seguir para chegarem até os ursos. A Dra.Stefany achou que o caminho não iria dar certo, afinal os espelhos poderiam confundir qualquer um, mas decidiu confiar nele e seguir a trilha, por que algum caminho ainda era melhor que caminho nenhum.

Foram duas longas horas tendo que caminhar e aturar o bundão do Skino que dizia ter comido demais e que precisava ir ao banheiro, a Dra.Stefany até permitiu nas três primeiras vezes, mas a partir da sétima ela decidiu que iria esperar por ele no próximo portal e então finalmente eles chegaram.

Era um quarto pequeno e vazio, não havia nada nele a não ser um único grande espelho em uma das paredes que servia para entrar e sair e uma cama com os três ursos em cima, cada um deles pintados com a cor símbolo de cada uma das três escolas. Para se certificar de que não havia nenhuma armadilha a Dra.Stefany pediu que Skino fosse pegar o urso primeiro, quando ele voltou ileso com o urso a Dra.Stefany foi pegar o dela.

Skino esperou ansioso a Dra.Stefany pegar o urso dela, sua varinha já estava pronta e o feitiço claro em sua mente. Quando ela finalmente pegou o urso Skino apontou sua varinha para ela e gritou:

-Petrificar!

O feitiço acertou a Dra.stefany em cheio e ela não conseguia mais se mover e nesse mesmo instante Skino começou a rir, não como quem fez uma brincadeira, mas uma risada do mal.

Ele se aproximou da Dra.Stefany chorando de rir e passando o braço pelo ombro dela disse:

-Háháhá, como vocês são fáceis de enganar, tanto você quanto aquela vagabunda da Ravena.

-O que você esta dizendo? O que diabos você esta fazendo Skino?

Pergunta a Dra.Stefany forçando as palavras para fora e sem poder fazer nada enquanto Skino retirava o urso de suas mãos. Ele continuava rindo euforicamente e até parecia outra pessoa, não mais o bobão chorão de algumas horas atrás, mas agora parecia um gênio do crime que andava ao redor dela dizendo:

-Pensei que você era esperta, mas acho que te superestimei. Sabe, eu estava apenas fingindo ser um inútil para formar alianças com você e com Ravena.

-Você estava aliado com a Ravena?

-Eu era tanto aliado dela como era de você, tudo saiu de acordo com meu plano e agora o jogo acabou e eu sou o vencedor.

-Eu não estou intendendo, que plano é esse?

-Ah, parece que você ainda não entendeu, o choque foi demais pra você, é? Aposto que deve estar ansiosa para saber o meu plano.

-Já que é um plano tão bom que nem mesmo eu fui capaz de descobrir...

Diz a Dra.stefany esperando conseguir tempo para o feitiço passar, Skino parecia ter gostado da ideia.