domingo, 30 de agosto de 2015

Historia 3 - livro 4 capítulo 27 parte 13


Quando o jovem Posseidon chegou até o porto a marinha ainda defendia a cidade, porém Posseidon notou que ela não conseguiria por muito tempo, pois dispunham apenas de dois navios e um já estava pegando fogo, ameaçando afundar a qualquer momento, enquanto o outro não duraria muito tempo sob o fogo pesado dos piratas. Ele sabia o que tinha de ser feito, era hora de mostrar aos piratas o poder do avatar.

Primeiro Posseidon ergueu duas grandes pedras e as jogou em direção dos navios, uma caiu na água enquanto a outra acertou a proa de um dos navios piratas arremessando madeira par todo o lado. O jovem Posseidon ergueu mais uma, muito maior que os outras e a arremessou contra outro navio, porém antes que a pedra atingisse o algo ela foi destruída pelos disparos de canhões.

Logo depois da pedra ser destruída os piratas começaram a tirar no jovem Posseidon, os tirou passaram direto por ele e desintegraram a parede da casa logo atrás dele, por sorte não tinha mais ninguém lá. O jovem Posseidon decidiu que não podia continuar em área aberta e pulou no mar, usando a dominação de água para se aproximar dos navios piratas mais rápido.

O jovem Posseidon para baixo de uma dos navios piratas e então ergueu um grande pilar de gelo contra o navio que atravessou a madeira facilmente, como uma lança o gelo afiado atravessou o navio pirata com facilidade, Posseidon então decide expandir o pilar criando vários espetos de gelo, como galhos em uma árvore. Ele então desfez o gelo e seguiu para o próximo navio, depois disso não demorou para o navio atacado afundar, levando todos os piratas com ele.

O próximo navio já estava dando a volta, assustado com o que tinha acontecido com o companheiro. Dessa vez o jovem Posseidon optou por uma abordagem diferente. Ele foi até a superfície e observou que o navio estava próximo de um dos rochedos que protegiam Gran Juanes, então Posseidon utilizou a dominação de terra para provocar um deslizamento em cima do navio, porém ele acabou exagerando na dose e jogando pedras muito grandes em cima do navio e infelizmente ele estava muito próximo do navio.

O jovem Posseidon mergulhou rapidamente deixando os gritos de surpresa e desespero dos piratas para trás, mesmo usando a dominação de água para fugir dali rapidamente ele ainda foi surpreendido duas vezes pelas pedras que caiam bem em cima dele, afundando na água rapidamente trazendo pedaços do navio com elas.

Quando ele voltou a superfície notou que seu ataque não tinha destruído apenas um navio pirata, mas tinha acertado outro que ele nem tinha visto. Ele olhou ao redor a procura do resto dos navios piratas e viu as bandeiras negras fugindo em direção ao mar aberto, ele fechou a cara e gritou o mais alto que conseguiu:

-Ah não vocês não vão fugir! Não depois de causarem tanta destruição!

E então usa a dominação do ar para sair voando a toda velocidade atrás deles.

Historia 2 - capitulo 12 parte 7


Jungle Victor ficou observando a rotina dos guardas que passavam e tentava descobrir onde ficava uma das entradas secretas para os túneis subterrâneos, até que encontrou um estranho padrão e resolveu investigar.

Enquanto isso Scarlet já havia patrulhado um pouco mais da metade do segundo andar e decidiu parar em uma cafeteria para descansar um pouco, ela reparou que algumas pessoas a estavam evitando e olhando estranho para ela, como se a existência dela ali fosse algo completamente inconcebível, Scarlet então pensou que não fora uma ideia tão boa trazer sua arma.

O Jardim era vasto e calmo e deixava Leo Smith completamente relaxado, o barulho do vento nas árvores e som do rio artificial o surpreendiam, era uma das coisas que pensou nunca encontrar ali na capital. Ele aproveitou e se deitou na sombra de uma árvore, suas costas já estavam cansadas de ficar carregando aquela espada por ai.

Lobrenus mal tinha começado quando encontrou Cornellia em meio ao um punhado de pessoas, todas igualmente bem vestidas indo em direção a uma porta grande, quando estava preste a segui-los ele sente algo afiado cutucando suas costas, antes que pudesse se virar Ferb Hood diz:

-Lobrenus, que surpresa infeliz, veio terminar o que começamos do memorial.

-Não, vim impedir que VOCÊ termine o que começou lá no memorial.

-Tinha me esquecido como vocês eram persistentes, mas a partir de agora, acho melhor vocês irem embora. Temos agentes de olho no resto da sua party, uma única ordem e vocês todos vão pro saco.

-E quem é que dá essa ordem? Você?

-Quem me dera, são os “superiores”, sabe os cara com todo o dinheiro e o poder.

Ferb Hood guarda a faca e Lobrenus se vira para ele irritado e fala:

-Ferb, pare com isso, ainda não é tarde demais para parar com isso.

-Eu sei, significa que eu ainda tenho trabalho para fazer.

Fala Ferb hood seguindo em direção a porta onde Cornellia e os outros entraram, Lobrenus olhou ele entrar e depois olhou ao redor imaginando quem seria o agente que estaria de olho nele.

Enquanto isso Jungle Victor conseguiu aproveitar um momento em que os guardas se distraíram com uma criança que tinha se perdido dos pais e entrou em uma das entradas que ele tinha descoberto. Os corredores eram escuros e cheios de canos que soltavam uma fumaça mal cheirosa, seria realmente muito fácil para ele se perder ali. Logo quando ele para olhar ao redor aparece um homem, vestindo uma roupa de cozinheiro, correndo na direção dele com uma espada curta na mão esquerda.

 

 

 

 

 

Historia 1 - Capítulo 38 parte 2


Quando finalmente chegou a vez de Ferb ele foi levado por dois guardas para uma sala no final de um corredor estreito. Dentro da sala havia apenas uma mesa com uma balança em cima de uma mesa, sem entender nada Ferb se vira para os guardas e pergunta:

-Mas que porra é essa? O que está acontecendo aqui?

-Cala boca e entra aí.

Fala um dos guardas empurrando Ferb para dentro da sala e trancando a porta logo em seguida. Então, surgindo das trevas aparece um homem magro e alto, com a cabeça de um cachorro negro, Ferb fica olhando a criatura sem falar nada, ela no entanto apenas vai em direção da mesa e fala:

-Então você deve ser o cliente das 14:10, muito prazer, eu sou Anúbis e estou aqui para lhe aplicar o teste divino.

-Eita caralho, esse cachorro fala!

Fala Ferb um pouco menos tenso, Anúbis olha feio para ele e diz tirando uma pena branca de dentro da túnica:

-É claro que falo, afinal eu sou um deus, imagino que você não sabe como funciona o teste.

-Já falei que preferia estudar antes, mas se não tiver jeito...

Ferb para de falar quando Anúbis coloca a pena em um dos lados da balança e faz surgir um coração humano do outro lado e então diz:

-Bem, o teste começou, espero que não se importe, mas tenho de usar seu coração de verdade.

-Espera ai, esse ai é o meu coração? Então como eu continuo vivendo?

Pergunta Ferb chocado, Anúbis olha para ele com uma cara de poucos amigos e não respondeu à pergunta.

Por alguns segundos a balança fica oscilando, até que ela finalmente fica exatamente equilibrada, Anúbis a encara curioso e Ferb pergunta:

-Tá legal, e agora?

-Eu não sei...se seu coração fosse mais pesado que a pena você iria para o inferno, mas se fosse mais leve você poderia ficar no céu.

-Então...e se ficar no meio?

-Ai lascou cara, faz tanto tempo que isso não acontece que eu não me lembro o que fazer.

-Pega o manual então!

-Não existe manual!

Grita Anúbis um pouco irritado, Ferb já estava se preparando para brigar com ele quando alguém bate na porta e um anjo entra na sala falando:

-Aew Anúbis, fiquei sabendo que teu bagulho deu ruim, significa que tu tá dispensado do teu trampo né?

-Eita Azel, já está na hora? Pensei que ia dar tempo de bater meu ponto.

-Relaxa ai cara, esse é o tal do Ferb né? Tem alguém aqui querendo falar contigo.

Diz Azel abrindo a porta, Ferb fica encarando uma nova figura entrar na sala sem acreditar nos seus olhos, era Katniss.
"O teste divino"
 

 

terça-feira, 25 de agosto de 2015

Historia 3 - livro 4 capítulo 27 parte 12


Posseidon e seus amigos saíram correndo do bar, as pessoas corriam desesperadas nas ruas enquanto mais bolas de fogo bombardeavam a cidade, Posseidon notou que elas estavam vindo da direção do mar, foi então que ele vários navios atirando contra a cidade. A primeira coisa que ele pensou foi em destruir os navios, porém se lembrou de sua família, ele precisava garantir a segurança deles primeiro, sem falar que a marinha já estava se mobilizando para repelir os navios.

Naquela época ele morava em uma pequena mansão na parte alta da cidade, longe do alcance dos tiros de canhão, pelo menos por enquanto. Ele correu até sua casa, demorou um pouco para chegar pois a casa ficava do outro lado da cidade. Stef-any assistia a tudo intrigada, com certeza aquele era um momento importante na vida de Posseidon, mas o Posseidon mais velho permanecia ao seu lado sem dizer nada e parecia tão entretido com aquilo quanto ela. Ao notar que Stef-any o encarava Posseidon se virou para ela e disse:

-Essa parte é importante, por que não olhamos mais de perto?

-Hunf, agora eu já sei o que fazer, não vai mais me surpreender tão facilmente.

Responde Stef-any subindo na lateral do navio e mergulhando nas imagens, assim como aconteceu antes Stef-any caiu no meio das memórias de Posseidon, no meio da rua caótica de Gran Juanes, o velho Posseidon apareceu logo depois e então eles seguiram o jovem Posseidon.

Quando o jovem Posseidon chegou até a entrada da casa estranhou que o portão de ferro tinha sido derrubado, mas o mais suspeito era que ele tinha caído para o lado de fora, como se alguém tivesse saído correndo. Stef-any pode ver o terror se formar nos olhos dele quando ele correu na direção do casarão silencioso, ela olhou para Posseidon ao lado dela e perguntou:

-Não me diga que...

-Sim, estão todos mortos, meus pais, meus irmãos e irmãs, tios e tias, primos e primas, avós e avós; ninguém escapou, nem os servos foram poupados.

Stef-any ficou ali parada, se lembrando da noite em que sua família também fora assassinada, ela volta a memória de Posseidon quando um grito brutal vindo de dentro da casa a acordou, momentos depois o jovem Posseidon saiu voando pelos céus em direção ao porto. Quando Stef-any se levantou para ir atrás dele Posseidon a segurou e disse:

-Não há necessidade, minha casa tem uma vista privilegiada do que está por vir.

Posseidon a guiou até um pequeno mirante em uma extremidade do local onde tinha um banco para eles se sentarem e bem como Posseidon disse, tinha uma linda vista panorâmica de toda a cidade e da batalha naval que se desenrolava no porto.

A cidade de Gran Juanes agora ardia em chamas, de lá de cima Stef-any podia ver as pessoas correndo de um lado para o outro no labirinto de ruas da cidade, algumas corriam para o interior da ilha em busca de abrigo e escapar do alcance dos morteiros inimigos, outras levavam baldes com água para tentar apagar os focos de incêndio.
"Ataque a Gran Juanes"
 

Historia 1 - Capítulo 38 parte 1


Capítulo 38

Ferb no paraíso

Ferb estava andando em um estranho chão feito de nuvens, ele vestia apenas uma toga grega, também conhecido como vestido masculino, geralmente ele teria reclamado pelo ventinho que sentia nas partes baixas, mas pensar que estava andando em nuvens e que por isso podia cair a qualquer momento o distraiam.

Ele andou até um grande portão dourado, olhou ao redor atrás de algum porteiro gigante ou de uma campainha, mas não encontra nenhum. Sem saber o que mais fazer ele bate no portão e grita:

-Tem alguém ai? To procurando que é que manda nessa bagaçada!

De repente o portão se abre com um barulhão, uma luz brilhante vinha do outro lado que ofuscou Ferb por alguns momentos, quando ele abriu os olhos novamente nota uma figura muito familiar indo ao seu encontro, era Kratos que disse:

-Ferb, finalmente cara, bem-vindo ao céu.

-É o que cara? Eu to no céu? Quer dizer que eu morri? Como? Quando? Como tu aguenta usar esse vestido? Qual a senha da Wi-Fi?

-Nossa, quantas perguntas, vamos com calma, todas as suas perguntas serão respondidas em breve, mas por enquanto eu preciso que você venha comigo até...

-Pra onde você quer me arrastar dessa vez miséria?

-Só me segue caralho! E sem mais perguntas!

Grita Kratos já sem paciência.

Enquanto andavam, o chão de núvens foi sendo substituido por um belo gramado florido, Ferb continuou calado enquanto seguia Kratos pelo paraíso, eles foram direto para um lugar chamado como Sky Hall, a “prefeitura” do paraíso. Quando Ferb entrou ele se virou para Kratos e perguntou:

-Afinal, o que eu vim fazer aqui?

-Aqui é onde você fará o teste divino.

-Ta falando do ENEM? Ou é algum tipo de vestibular? Por que se for eu queria pelo menos meia hora para revisar e tal...

-Ai caramba, pelo sangue de Zeus, cala a boca e vai pra lá!

Fala Kratos esfregando os olhos de frustração e raiva e apontando para um balcão com uma fila de tamanho considerável.

"Paríso"

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Historia 3 - livro 4 capítulo 27 parte 11


Stef-any se trancou no seu quarto e avisou que não queria ser perturbada, disse que tinha coisas importantes para resolver, quando na verdade ela só queria dormir o máximo que pudesse. Enquanto dormia ela sonhou que estava na sua cabine quando Sasha aparece na sua forma de leão dourado dizendo:

-Stef-any, parece que muita coisa aconteceu, mas Posseidon me disse que queria falar com você enquanto descansa.

-Hunf, parece que Posseidon finalmente decidiu continuar sua história de vida, muito bem Sasha, me leve até ele.

Fala Stef-any se levantando da cama e seguindo Sasha em direção ao convés, como que por mágica as portas se abriram sozinhas, geralmente Stef-any pensaria em como aquilo era legal, mas ela estava cansada demais para se encantar com cada surpresinha que o mundo espiritual lhe reservava.

O convés estava completamente deserto, com exceção de Posseidon que observava o mar da frente do barco, Stef-any foi até ele observando que o mar que rodeava o barco não era azul como no mundo humano, era uma água rosa escura que borbulhava como se estivesse fervendo.

Quando chegou do lado de Posseidon ele se virou para ela e disse:

-Você demorou e parece que andou bastante ocupada.

-Você que demorou pra caramba pra decidir continuar sua história, tipo uns dois capítulos.

Retruca Stef-any notando que Posseidon estava usando uma daquelas janelas mágicas que permitiam ver as memórias, na água do mar e a cena que estava passando dessa vez era justamente a luta de Stef-any contra A, no momento em que A morre Posseidon se vira para Stef-any e fala:

-Você realmente precisa melhorar sua luta de espada, sua postura era totalmente errada e cheia de pontos vulneráveis, sorte sua que o modo avatar foi ativado.

-Sabe, tem uma coisa que eu não entendo, por que eu perco a consciência quando entro no modo avatar? Sabe, geralmente só se perde o controle do corpo, mas no meu caso eu perco tudo!

-É por que você ainda é fraca, em todos os aspectos, mesmo tendo dominado os quatro elementos, você ainda é uma garotinha fraca.

-Nossa, não precisa humilhar, eu sei que sou fraca e é por isso que estou sempre treinando, para ficar forte e salvar este mundo.

Responde Stef-any naturalmente, Posseidon se vira para ela e a encara por um tempo, depois solta uma rizada e diz:

-Háháháháhá, agora eu vejo como somos diferentes; sabe eu nunca tive essa necessidade de me fortalecer e sempre fui orgulhoso demais para admitir que era fraco demais, pensando agora, isso pode ter sido a minha ruína.

-Há, acredite, admitir que é fraco nunca tornou ninguém mais forte, acredite em mim; se esse fosse o caso eu seria o avatar mais forte que já existiu.

Disse Stef-any rindo, tentando animar Posseidon que sorri e se vira de volta para a imagem na água que tinha mudado de cena, dessa vez Posseidon estavam no porto Gran Juanes tomando jantando com alguns amigos, quando de repente uma bola de fogo explode do lado de fora do restaurante.

Historia 2 - capitulo 12 parte 7


A Grande Cúpula ficava quase do outro lado da cidade, porém o trânsito estava tão ruim que eles decidiram descer duas quadras antes e terminar de chegar a pé. A segurança na entrada do local era bastante rigorosa, os guardas revistavam tudo e todos que entrava, a B.E.P. só pode entrar com suas armas por que hunters licenciados pela guilda tem autorização para levar suas armas para onde quiserem.

A Grande Cúpula era um prédio redondo feito de metal e placas que absorvem a luz e o calor do sol as transformando em energia que alimenta o complexo e no meio havia uma grande área verde que era usada como jardim, no interior haviam apenas três andares, porém tão grande que da entrada Leo Smith não conseguia enxergar o fim do prédio do outro lado. Além de ser grande, o local estava lotado, como se toda a capital estivesse tentando se espremer ali dentro.

Mantendo o foco no que era importante Jungle Victor fala com Leo Smith:

-Aew Leo, fica esperto, se não agirmos logo todas essas pessoas correrão grande perigo.

-Tem razão, vamos nos concentrar em achar o Ferb.

Fala Leo Smith voltando ao mundo real, ele olha ao redor se sentido meio perdido na multidão, Lobrenus então se aproxima e sugere:

-Esse lugar é grande demais pra nos quatro, é melhor nos separarmos.

-Tem razão; Leo, você investiga o primeiro andar; Lobrenus o jardim; Scarlet, você procura no segundo andar e eu vou procurar um subsolo, estacionamento, ou qualquer coisa parecida.

Fala Jungle Victor, os companheiro concordam com ele e se separam.

Leo Smith acompanhou Lobrenus até a entrada do jardim e depois seguiu pela esquerda, Scarlet subiu a escada para o segundo andar que estava um pouco mais vazio, mas era igualmente grande e vasto como o inferior. Jungle Victor perguntou a um dos seguranças da entrada se havia algum nível subterrâneo e o segurança disse que existe um grande complexo de túneis no subterrâneo, porém a entrada era restrita a funcionários e todas as entradas eram fortemente guardadas.

Jungle Victor sabia que um labirinto subterrâneo, passagens secretas e um nível intimidador de seguranças não iriam parar Ferb Hood, nunca tinha parado antes pelo menos; então ele não tinha outra escolha se não encontrar uma dessas entradas.
"Grande Cúpula"
 

domingo, 16 de agosto de 2015

Historia 3 - livro 4 capítulo 27 parte 10


Quando Stef-any e Shaay finalmente chegaram de volta ao local de encontro ficaram surpresas de ver que o capitão Treta e os generais ainda estava lá, sentados e rindo alto, pedindo porções cada vez maiores de comida para os garçons que pareciam cansados, ao se aproximarem melhor Stef-any entendeu por que eles estava tão entrosados, por todos os lados da mesa via-se garrafas de vinho vazias.

Quando Treta percebeu que Stef-any e Shaay tinham voltado ele se levantou num pulo e gritou:

-Ah capitão Nero, vejo que finalmente está de volta e a julgar pelas roupas de vocês dois eu diria que se divertiam bastante lá no mato hein.

-N-N-Não tanto quanto vocês, aparentemente.

Disse Stef-any tentando disfarçar a vergonha e notando que Shaay tinha ficado realmente envergonhada com aquilo. O general Pooh se vira para elas e fala:

-Bem, independente do que vocês dois estavam aprontando no mato, devo assumir que o senhor Nero resolveu seu problema com o senhor A.

-É exatamente o que parece, um brinde a isso!

Grita Khaz sinalizando para o garçom trazer mais uma garrafa de vinho e dois copos, quando Stef-any e shaay pegaram os copos o garçom os encheu e depois encheu o dos outros na mesa, então Pooh ergueu a taça e gritou:

-Muito bem, um brinde a resolver os próprios problemas com as próprias mãos, um ato nobre, digno de um verdadeiro cavalheiro.

-Um brinde a nova aliança!

Grita Treta, Pooh e Khaz gritam concordando com eles e entornam as taças como se estivessem bebendo água, Stef-any trocou olhares com Shaay e sorriram tomando o vinho ,principalmente para Stef-any esquecer o que tinha acontecido com A.

Quando faltava apenas uma hora para o nascer do sol foi que eles voltaram para os navios, Stef-any meio sóbria ajudava Treta a caminhar pela trilha em direção ao bote que os levariam de volta. Quando Stef-any finalmente voltou ao seu barco os primeiros raios de sol já iluminavam a selva e as montanhas da ilha ofuscando Stef-any, a primeira coisa que ela fez foi tomar um banho, pulou nas águas geladas que batiam contra o navio e tirou o casaco, as botas, o cinto e o chapéu de A, estava pouco se lixando para aquela roupa quente e chique.

Depois subiu até o topo do navio para observar o nascer do sol, a brisa da manhã a refrescava e a cena lhe enchia de esperança, agora que um acordo tinha sido feito entre a Irmandade Pirata e a Marinha Real tudo era possível e com a morte de A, era um encapuzado a menos infestando aquelas águas e corrompendo os corações daqueles bravos homens.

"Um novo amanhecer"

Historia 1 - Capítulo 37 parte 6


Demorou mais uma hora, mas enfim Victor e o Vingativo Leonardo chegaram até a sala do diretor, havia meia dúzia de guardas vigiando a entrada, cada um armado até os dentes, mas nada que o trabalho em equipe entre dois membros do Esquadrão de Elite e um punhado de guerreiros metamorfos selvagens não conseguissem resolver.

Enquanto isso Lobrenus finalmente tinha, literalmente, acabado com os guardas enviados para o vilarejo e agora era hora dos metamorfos que estavam com ele, usarem um relaxante muscular desenvolvido pela Dra.Stefany e Lady Elisama especificamente para conter a transformação dele e de Ferb.

Lobrenus nem percebeu o que aconteceu, um dos seus aliados do nada pulou em cima dele e lhe fincou uma seringa, Lobrenus por reflexo girou o corpo e agarrou o aliado traidor, porém antes que ele pudesse dar o golpe final o relaxante fez efeito e Lobrenus desmaia no chão.

Neto e Esquidolfo decidiram dar mais uma volta ao redor do castelo para se certificarem de que não havia mais nenhum outro soldado do lado de fora, eles ainda tinham bastante munição, na verdade, não tinham gastado nem metade do que trouxeram. Após confirmarem que a área ao redor da escola estava livre eles pousaram no pátio e lá estava a Dra.Stefany esperando por eles.

Emily e Asminapira desceram rapidamente e foram na direção da Dra.Stefany que disse:

-Chegaram bem na hora, acabei de ouvir no rádio que Victor e Leonardo abriram caminho até a sala do diretor, onde foi confirmado que o Novo Hitler está!

-Então o que estamos esperando? Vamos acabar logo com isso e matar esse desgraçado de uma vez por todas.

Fala Asminapira engatilhando a arma que estava carregando, Esquidolfo e Neto ficaram para vigiar o helicóptero, se algum inimigo aparecesse eles usariam as metralhadoras para acabar com ele.

Foi uma subida mais demorada do que Posseidon gostaria, enquanto subiam as escadarias viram os resultados daquele confronto, vários soldados mortos, ou acorrentados as escadas e metamorfos deitados no chão descansando ou recebendo tratamento médico, foi então que ele começou a pensar em como poderia retribuir a ajuda da tribo de Brian, sem eles com certeza eles não teriam chegado tão longe.

Enquanto o Vingativo Leonardo e Victor esperavam o resto da equipe eles decidiram arrombar a fechadura da porta, derrubar a porta seria mais rápido, porém com certeza deixaria Nick Fury, Tony Stark e Hugo Strugle com muita raiva e provavelmente eles teriam de pagar por ela com o próprio dinheiro. Quando a Dra.Stefany, Posseidon, Brian, Lady Elisama, Emily e Asminapira finalmente apareceram eles entraram na sala do diretor.

Porém logo que eles entraram na sala ocorre uma grande explosão que joga todos eles para fora da sala e escada abaixo, a Dra.Stefany ergue o corpo dolorida, a cabeça doía e a visão estava turva, ela sabia que tinha quebrado alguma coisa, mas o corpo doía tanto que ela não consegui identificar o que. Ela se escora na parede, seus amigos se remexiam nos escombros da porta e das paredes, e então ela olha para cima em direção a entrada da sala do diretor e então ela vê.

Tudo ao redor da porta ardia em chamas de cor esmeralda, o teto ameaçava desabar por causa da explosão e então surge o Novo Hitler atravessando as chamas e empunhando a lendária Espada do Apocalipse, uma arama forjada com a união das três relíquias da morte. Ele ria e se vangloriava, porém os chiados nos ouvidos da Dra.Stefany não a permitiram ouvir o que ele dizia até que ele apontou a espada na direção deles e com um sorriso maligno disse:

-Então, alguma última palavra?

-Vai se fuder viado! Abracadabra!

Grita a Dra.Stefany furiosa observando a espada brilhando e então o barulho de um trovão.
"Espada do Apocalipse"
 

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Historia 2 - capitulo 12 parte 6


Leo Smith se vira para Sacrlet com uma cara confusa e pergunta:

-Eu ouvi isso mesmo ou eu só estou precisando voltar pra cama?

-Eu garanto que não foi só você, acho que essa senhora está planejando alguma coisa.

Responde Scarlet que parecia chateada por ter sida ignorada por Cornellia.

Enquanto isso Ferb Hood estava dentro de uma limusine, emprestada pelo governo para transportar os governadores pela cidade, afinal ficar andando de carruagem por ai não seria muito seguro. Ele estava entediado, encarando a máscara negra que segurava em suas mãos quando Cornellia entra falando:

-Ainda bem que já tomei o café, se não teria perdido o apetite completamente.

-Desculpe, as vezes me esqueço pra que uso essa máscara, sabe?

Responde Ferb Hood colocando a máscara de volta no lugar, cobrindo a metade queimada do rosto, enquanto isso Cornellia fez um sinal para o motorista leva-los a Grande Cúpula, depois se virou para Ferb Hood e disse:

-Na verdade não, mas sabe que você não precisa ficar desse jeito né? Já pensou em fazer uma reconstrução facial?

-Já, mas não parece certo, com todos eles, que morreram aqui. A cidade se recuperou, porém seus habitantes não, a sombra da morta ainda ronda essas terras, afinal o Dara Amadyura nunca foi encontrado.

-Hunf, pensamento típico de hunters, pensar que monstros são a razão dos nossos problemas, quando na verdade o problema são os monstros que se fantasiam de homens, se é que me entende.

-Se não entendesse eu não estaria aqui, para fazer o maldito trabalho sujo que vocês políticos não podem fazer.

-E por isso somos muito gratos e imagino que você também não deve reclamar do salário.

Disse Cornellia, com um olhar de deboche, Ferb Hood olhou feio para ela como se estivesse pronto para descer a mão nela, mas o que o estava deixando irritado era que ela estava certa, ele de fato tinha mudado muito.

Jungle Victor estava se arrumando no quarto quando Leo Smith, Scarlet e Lobrenus chegaram falando para ele:

-Victor, se arrume logo, temos que correr!

-O taxi já está a nossa espera, peguem as armas e se preparem para encrenca.

Fala Leo Smith trocando de sapato, Lobrenus obedece e diz:

-Afinal dá pra explicar o porquê de tanta pressa? nem deu pra mim tomar café ainda.

-Descobrimos que algo muito ruim está prestes a acontecer na Grande Cúpula, precisamos impedir!

Fala Scarlet olhando em direção ao quarto de Ferb Hood, apenas com isso Jungle Victor e Lobrenus entenderam a situação e se arrumaram.

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Historia 3 - livro 4 capítulo 27 parte 9


Foi só quando Stef-any finalmente recobrou a consciência que ela percebeu que tinha alguém vindo na direção dela, correndo e gritando o nome do capitão Nero, então ela vestiu o disfarce o mais rápido que pode, torcendo para que a maquiagem ainda conseguisse esconder suas feições femininas.

STef-any tinha acabado de vestir o disfarce quando Shaay apareceu por uma fenda na parede de pedra a direita e vai correndo em sua direção, Stef-any se virou para ela guardando a espada na bainha e falando:

-Está tudo bem, não acho que A vai nos causar mais problemas, mas acho que é melhor se nós...

Stef-any para de falar quando Shaay a abraça com uma força tão grande que não parecia pertencer a ela, a roupa de Shaay que uma vez já tinha sido branca estava agora toda suja e manchada, quando Shaay finalmente a soltou Stef-any sentiu o ar voltando a entrar nos pulmões e então ela disse:

-Capitão Nero, finalmente o encontrei, pensei que o senhor havia morrido, ainda bem que eu achei essa pequena trilha, os antigos deviam usá-la para chegar até este lugar sagrado.

-Lugar sagrado? Esse buraco de lama é um lugar sagrado?

-Sim, esse lugar é um cemitério, acredita-se que os antigos jogavam seus mortos no abismo lá em cima e eles caiam aqui, ficando preservados na lama.

-Bem, então parece que A vai descansar em paz no final.

-Então você realmente...o matou?

-ELE se matou eu só posicionei a espada e ai ele...

Disse Stef-any parando de falar quando sentiu o refluxo subindo pela garganta, Shaay não parecia surpresa, na verdade ela apenas disse:

-Nossa um pirata com honra, é a primeira vez que vejo um, digo...sem querer ofender...quero dizer...

-Não ofendeu, de fato honra entre piratas parece ser cada vez mais raro, enfim é melhor irmos embora daqui o quanto antes, se não o pessoal do jantar vai suspeitar de alguma coisa.

-É..É mesmo...vamos lá antes que eles pensem que está rolando algo...entre nós. Ah e não se preocupe com as provas, consegui várias na mochila que A largou lá na floresta, sem falar que o meu testemunho já será de grande ajuda.

-Nossa, é mesmo tinha me esquecido de juntar provas concretas, obrigado Shaay, parece que eu te devo uma.

-E pode ter certeza de que eu vou cobrar, qualquer dia desses.

Disse Shaay ficando um pouco vermelha e seguindo Stef-any para fora daquele lamaçal e de volta ao jantar.

Historia 1 - Capítulo 37 parte 5


Brian já estava esperando na entrada por meia hora, ele teve de eliminar dois guardas que estavam guardando a entrada para o subterrâneo da escola, com o passar do tempo ele percebeu o tanto que aqueles guardas ali eram estranhos, pensou em como será que estava o desenrolar da batalha, por que a Dra.Stefany estava demorando e também percebeu que estava morrendo de fome, por que não tinha jantado ainda.

Quando eles finalmente chegaram Posseidon abriu a saída e ajudou a Dra.stefany a sair, em seguida os metamorfos de Brian, por falar nele Posseidon notou que ele tinha matado um rato e o transformado em um espetinho que devorava com uma ferocidade digna dos lobisomens. Quando Brian notou que eles haviam chegado terminou de comer o rato imediatamente e disse de boca cheia:

-Finalmente vocês chegaram, já estava pensando que ia dar tempo de caçar outro rato.

-Desculpe a cidade subterrânea das toupeiras é muito maior do que imaginávamos.

Disse Posseidon ignorando o desrespeito daquele mortal, a Dra.Stefany continuou falando:

-Aquele lugar é gigantesco, nem imaginava que eles tinham uma praia artificial lá em baixo e o pior de tudo, aquelas criaturinhas nojentas de cérebros miúdos já dominaram a energia de fusão, antes de nós!

-Não é surpresa, afinal é o povo toupeira, eles estão apenas esperando os gatos dominarem o mundo da superfície para enfim, poder toma-lo.

Completa Brian limpando a boca ensanguentada e então continua falando:

-Temos de ser rápidos, quando eu deixei a batalha principal á meia hora atrás nós estávamos ganhando de lavada, realmente os pegamos com a guarda baixa.

-Então vamos nos apressar, se não vamos perder toda a diversão.

Fala a Dra.Stefany indo em direção a saída, com seus soldados logo atrás dela.