terça-feira, 25 de agosto de 2015

Historia 3 - livro 4 capítulo 27 parte 12


Posseidon e seus amigos saíram correndo do bar, as pessoas corriam desesperadas nas ruas enquanto mais bolas de fogo bombardeavam a cidade, Posseidon notou que elas estavam vindo da direção do mar, foi então que ele vários navios atirando contra a cidade. A primeira coisa que ele pensou foi em destruir os navios, porém se lembrou de sua família, ele precisava garantir a segurança deles primeiro, sem falar que a marinha já estava se mobilizando para repelir os navios.

Naquela época ele morava em uma pequena mansão na parte alta da cidade, longe do alcance dos tiros de canhão, pelo menos por enquanto. Ele correu até sua casa, demorou um pouco para chegar pois a casa ficava do outro lado da cidade. Stef-any assistia a tudo intrigada, com certeza aquele era um momento importante na vida de Posseidon, mas o Posseidon mais velho permanecia ao seu lado sem dizer nada e parecia tão entretido com aquilo quanto ela. Ao notar que Stef-any o encarava Posseidon se virou para ela e disse:

-Essa parte é importante, por que não olhamos mais de perto?

-Hunf, agora eu já sei o que fazer, não vai mais me surpreender tão facilmente.

Responde Stef-any subindo na lateral do navio e mergulhando nas imagens, assim como aconteceu antes Stef-any caiu no meio das memórias de Posseidon, no meio da rua caótica de Gran Juanes, o velho Posseidon apareceu logo depois e então eles seguiram o jovem Posseidon.

Quando o jovem Posseidon chegou até a entrada da casa estranhou que o portão de ferro tinha sido derrubado, mas o mais suspeito era que ele tinha caído para o lado de fora, como se alguém tivesse saído correndo. Stef-any pode ver o terror se formar nos olhos dele quando ele correu na direção do casarão silencioso, ela olhou para Posseidon ao lado dela e perguntou:

-Não me diga que...

-Sim, estão todos mortos, meus pais, meus irmãos e irmãs, tios e tias, primos e primas, avós e avós; ninguém escapou, nem os servos foram poupados.

Stef-any ficou ali parada, se lembrando da noite em que sua família também fora assassinada, ela volta a memória de Posseidon quando um grito brutal vindo de dentro da casa a acordou, momentos depois o jovem Posseidon saiu voando pelos céus em direção ao porto. Quando Stef-any se levantou para ir atrás dele Posseidon a segurou e disse:

-Não há necessidade, minha casa tem uma vista privilegiada do que está por vir.

Posseidon a guiou até um pequeno mirante em uma extremidade do local onde tinha um banco para eles se sentarem e bem como Posseidon disse, tinha uma linda vista panorâmica de toda a cidade e da batalha naval que se desenrolava no porto.

A cidade de Gran Juanes agora ardia em chamas, de lá de cima Stef-any podia ver as pessoas correndo de um lado para o outro no labirinto de ruas da cidade, algumas corriam para o interior da ilha em busca de abrigo e escapar do alcance dos morteiros inimigos, outras levavam baldes com água para tentar apagar os focos de incêndio.
"Ataque a Gran Juanes"
 

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