sábado, 3 de outubro de 2015

Historia 3 - livro 4 capítulo 27 parte 16


Mais tarde naquele dia Stef-any foi ao navio de Treta. Para a surpresa dela que sofria com uma ligeira dor de cabeça, ficou surpresa ao descobrir que Treta estava trabalhando normalmente. Ao vê-la se aproximando Treta gritou:

-Ah capitão Nero, finalmente o senhor veio, justamente quem eu precisava ver.

-Bom dia para o senhor também capitão Treta, existe algum assunto em particular que o senhor queira discutir comigo?

-Diabos que sim Nero, não me lembro de bulhufas nenhuma de ontem anoite; só me lembro até a parte em que você e aquela bonitinha da Shaay foram dar um passeio na mata.

-N-Não é nada isso que é senhor está pensando capitão, lhe garanto que não aconteceu absolutamente nada entre mim e Shaay.

Fala Stef-any um pouco nervosa, Treta apenas deu uma risada de deboche e disse:

-Mas que diabos homem, uma oportunidade como aquela não aparece todo dia para pessoas como nós, com sorte apenas uma vez por mês.

-Prometo que não vou vacilar na próxima; mas espera ai, o senhor não se lembra do acordo?

-Acordo? Sim era pra isso que estávamos lá e então como foi? Ainda estamos em guerra com aqueles bastardos?

-Na verdade eu esperava que o senhor me contasse como foi, já que quando eu voltei da mata você e os generais já o tinham selado.

-Maldição homem, não me lembro de nada disso; bem já que estamos em trégua acho que não faz mal pedir para ver o acordo. James, acertar curso, vamos cumprimentar nossos novos aliados!

Grita Treta para um homem moreno musculoso que deveria ser o contra mestre de Treta. Stef-any se perguntou por que ele não havia perguntado sobre A ainda, se era por que ele já imaginava que ele estava morto ou se tinha mesmo se esquecido.

O navio da marinha não era nada parecido com o deles, a madeira érea limpa e brilhante, já que era lixada e bem cuidada diariamente, as velas eram de um tecido branco brilhante e não um bando de retalhos sujos e remendados como as velas dos piratas, mas o que Stef-any mais gostou com certeza, era que aquele navio não fedia a comida estragada ou a coco de rato, como o dela.

Treta foi o primeiro a embarcar no navio do general Khaz, o único que podia recebe-los pois todo o resto estava muito ocupado. Apenas Stef-any e Treta tiveram permissão para entrar nos aposentos do capitão, onde Khaz estava sentado em sua mesa rabiscando papeis. Os olhos dele brilharam quando percebeu que tinha visita, como se os dois piratas fossem a salvação do tédio dele, khaz se levantou o mais rápido que a idade permitia e gritou:

-Treta, Nero; que bom revê-los. Imagino que estejam aqui pelo acordo.

-De fato estamos capitão Khaz, gostaria de nos desculpar pela interrupção, mas o assunto é de grande importância.

Disse Stef-any mantendo uma compostura que tinha aprendido observando Amy-lee, Khaz olhou para os papeis na mesa e pegou um pequeno envelope, entregando-o para treta logo depois dizendo:

-Sem problemas, aqui está uma cópia, o original está com Pooh; ele o está passando a limpo e o enviará para sua majestade ao final da tarde.

-Obrigado, será apenas uma olhada rápida.

Disse Treta tirando um par de óculos do casaco e os colocando no rosto, Stef-any se aproximou e ficou ao lado dele para poder ler o acordo também.

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