segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Historia 3 - livro 4 capítulo 27 parte 14


Do mirante Stef-any observava uma cena que parecia haver dois sois se ponde no horizonte, um era o sol de verdade e o outro era um monte de navios pegando fogo lá longe no mar. Enquanto observava a cena Stef-any mal percebeu que o Posseidon mais velho tinha se levantado, ele caminhou até o lado dela e disse:

-Bem acho que isso já é o suficiente.

-Por acaso, você matou todos eles?

-Cada um deles, mesmo aqueles que se rendiam a mim não eram poupados, a ira me cegou completamente.

-Bem, eu acho que eles mereceram, afinal eles mataram toda a sua família.

Posseidon olhou para ela com uma cara estranha, Stef-any não entendeu direito o que aquele olhar significava então ficou quieta e deixou que Posseidon continuasse dizendo:

-Bem acho que por aqui já está bom. Vamos para a próxima.

Com um estalar de dedos a paisagem muda completamente, agora eles estavam em um forte, com paredes bem altas e grossas, com canhões apontando para fora em todos os cantos. Stef-any observou a agitação dos soldados ao redor e ouviu uma voz dizendo:

-E ai Posseidon, ansioso? Quer dizer, eu sei que já é a terceira vez, mas sabe, sempre dá um friozinho na barriga.

-Nem me fale Edward, eu entrei nessa porcaria de marinha para entrar numa tripulação e em um navio, não para ficar preso nessa porcaria de forte esquecido por deus.

Stef-any olhou na direção da conversa e não acreditou nos seus olhos, lá estavam o jovem Posseidon e Edward Karveer, ou pelo menos uma versão bem mais jovem dele, ambos bem vestidos no uniforme branco e azul da marinha com o cabelo penteado para traz, Posseidon mostrava uma barba curta e parecia ter perdido um pouco de peso.

Stef-any se vira para Posseidon ao lado dela e ele entende o que ela queria, ele sorri e fala com calma:

-Já se passou mais de um ano desde o ataque a San Juanes. Eu fiquei arrasado depois daquilo, um caso sério de depressão, não saia de casa, mal dormia e comia muito pouco. Erza me enviou uma carta dizendo que sentia muito pela minha perda e que iria me fazer uma visita, aquilo me animou um pouco e serviu para me ajudar a acordar, mas ela nunca foi ao meu encontro. Quando estava prestes a perder as esperanças e voltar para meu isolamento a marinha apareceu, me oferecendo uma nova casa, uma nova família, uma nova vida.

-Então você se tornou um marinheiro e agora reclama de ficar preso em um forte da marinha, muito engraçadinho viu.

-Há, mas isso está prestes a mudar, por que acha que escolhi justamente esse dia para lhe mostrar?

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