segunda-feira, 27 de julho de 2015

Historia 3 - livro 4 capítulo 27 parte 8


Quando Stef-any recobra a consciência ela estava de pê segurando sua espada em uma mão e a de A na outra, ela nota que posicionava as duas contra a garganta de A que estava enterrado na lama, completamente imobilizado e então ele fala:

-Finalmente mudou essa cara de bosta.

-O que aconteceu aqui? A última coisa que eu me lembro era de estar sufocando na lama.

-Então você não se lembra? Você entrou em modo avatar e me enterrou aqui, mas o que mais me espantou foi que você se recuperou do machucado na perna.

Disse A, nesse mesmo instante Stef-any olhou para a perna machucada notando que a calça estava rasgada e encharcada de sangue, mas não havia mais sinal do corte.

Ste-fany tem uma ideia de repente, aproximando ainda mais as espadas até que elas tocassem na carne de A ela disse:

-Então, que tal você me contar o que diabos os encapuzados estão aprontando no país da água?

-Nada de interessante, apenas mais um de nossos esquemas. Infelizmente fomos extremamente prejudicados pelo que aconteceu em Kala-Hari algumas semanas atrás.

-Ainda bem, cuidei pessoalmente daquele tal monstro marinho.

-Hunf, então foi você que atacou a base em kala-Hari? Agora você me surpreendeu; e ainda por cima conseguiu se infiltrar na irmandade pirata.

-Surpreso? vou libertar esse mundo da influência podre que vocês encapuzados exercem sobre ele.

Disse Stef-any, nessa hora parece que A se irritou, pois ele gritou:

-NÓS somos a “influência podre” desse mundo? Somos muitas coisas avatar, porém não somos os vilões nessa história, somos os mocinhos, aqueles que irão libertar o mundo da maior ilusão de todas, uma ilusão que vem enganado a humanidade por milênios, uma ilusão criada por você.

-É o que seu doido? Do que você está falando? Que ilusão é essa de que você está falando?

Pergunta Stef-any pressionando um pouco mais as espadas fazendo escorrer uma gota de sangue, A ri e diz:

-Parece que até você está presa nela, que deprimente, bem avatar Stef-any desejo-lhe toda a má sorte do mundo.

Antes que Stef-any pudesse falar alguma coisa, A empurra seu pescoço contra as espadas de Stef-any que por reflexo cortam fora a cabeça de A.

Quando o sangue começou a esguichar Stef-any não conseguiu conter o vômito, ela já tinha visto muitas mortes, mas era a primeira vez a via tão de perto. Sua cabeça girava, ela estava tonta, a cabeça fervilhando com o que A tinha dito e com o que ele tinha feito; cometer suicídio para impedir Stef-any de lhe arrancar mais informações.

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