segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Historia 3 - livro 4 capítulo 26 parte 4


Naquela noite o chefe da tribo organizou uma grande festa e um banquete para receber o avatar na aldeia, embora Stef-any soubesse que também era um pedido de desculpas por tê-la chamado de bandida. Stef-any também se lembrou e alertou sua tripulação para não beber muito, para evitar o que aconteceu em Baixada da Lagoa.

Graças ao aviso de Stef-any apenas quatro dos dez homens da tripulação que a acompanhavam estavam de ressaca, Stef-any e Amy-lee separaram a parte da manhã para ajudar os moradores nos afazeres diários da vila enquanto os seis marinheiros restantes ajudavam os nativos na caçada matinal e os quatro que ficaram de ressaca eram tratados com o pajé.

Enquanto estendia uma muda de roupas no varal Stef-any avista o chefe da vila vindo em sua direção, eles se cumprimentam e ele a convida para caminhar com ele. Quando eles se afastam um pouco da vila ele se vira para ela e diz:

-Ontem você me perguntou se eu tinha na vila alguém na vila que possa te ensinar a dominação de água; bem eu receio ter boas e más notícias para você sobre isso.

-Deixe-me adivinhar, você não tem nenhum disponível no momento, mas existe um disponível em uma ilha próxima.

-Quem me dera eu pudesse dizer isso, na verdade várias tribos da água tem tido uma certa carência de dominadores de água.

-Como assim, está faltando dominadores de água no país da água?

-Mas é claro, podemos agradecer a Posseidon por isso.

Disse ele em um tom meio sombrio seguido por um silencio misterioso, aquela deveria ser parte da história por trás da morte de Posseidon sobre a qual ele não falaria. Para acabar com o silencio Stef-any pergunta:

-Então, qual é a boa notícia?

-Ah sim claro, a boa notícia é que nós temos um dominador de água na ilha; a má é que esperávamos que ele comparecesse na festa de ontem anoite para ser apresentado.

Aquele ultimo comentário já fez Stef-any imaginar como aquele sujeito deveria ser.

Eles caminharam mais um pouco em direção ao interior da ilha até uma pequena cabana de madeira na beira do brejo, diferente da dos nativos e cheia de barris de Rum e garrafas vazias ao redor que diziam que a imaginação de Stef-any estava certa.
 
"Casa no brejo"
 

Nenhum comentário:

Postar um comentário