Naquela
noite o chefe da tribo organizou uma grande festa e um banquete para receber o
avatar na aldeia, embora Stef-any soubesse que também era um pedido de
desculpas por tê-la chamado de bandida. Stef-any também se lembrou e alertou sua
tripulação para não beber muito, para evitar o que aconteceu em Baixada da
Lagoa.
Graças ao
aviso de Stef-any apenas quatro dos dez homens da tripulação que a acompanhavam
estavam de ressaca, Stef-any e Amy-lee separaram a parte da manhã para ajudar
os moradores nos afazeres diários da vila enquanto os seis marinheiros
restantes ajudavam os nativos na caçada matinal e os quatro que ficaram de ressaca
eram tratados com o pajé.
Enquanto
estendia uma muda de roupas no varal Stef-any avista o chefe da vila vindo em
sua direção, eles se cumprimentam e ele a convida para caminhar com ele. Quando
eles se afastam um pouco da vila ele se vira para ela e diz:
-Ontem você
me perguntou se eu tinha na vila alguém na vila que possa te ensinar a
dominação de água; bem eu receio ter boas e más notícias para você sobre isso.
-Deixe-me
adivinhar, você não tem nenhum disponível no momento, mas existe um disponível
em uma ilha próxima.
-Quem me
dera eu pudesse dizer isso, na verdade várias tribos da água tem tido uma certa
carência de dominadores de água.
-Como assim,
está faltando dominadores de água no país da água?
-Mas é
claro, podemos agradecer a Posseidon por isso.
Disse ele em
um tom meio sombrio seguido por um silencio misterioso, aquela deveria ser
parte da história por trás da morte de Posseidon sobre a qual ele não falaria. Para
acabar com o silencio Stef-any pergunta:
-Então, qual
é a boa notícia?
-Ah sim
claro, a boa notícia é que nós temos um dominador de água na ilha; a má é que
esperávamos que ele comparecesse na festa de ontem anoite para ser apresentado.
Aquele
ultimo comentário já fez Stef-any imaginar como aquele sujeito deveria ser.
Eles
caminharam mais um pouco em direção ao interior da ilha até uma pequena cabana
de madeira na beira do brejo, diferente da dos nativos e cheia de barris de
Rum e garrafas vazias ao redor que diziam que a imaginação de Stef-any estava
certa.
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| "Casa no brejo" |

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