Nemo sai
correndo para se encontrar com Stef-any e Amy-lee que estavam explorando o
porto subterrâneo. Os disfarces estavam funcionando bem e após conversar com
alguns dos marinheiros elas descobriram para o que servia o submarino, era uma
máquina desenvolvida para destruir navios que não respeitassem o que eles
chamavam de “águas santas” uma espécie de área do mar que estava restrita
apenas para eles.
Amy-lee e Stef-any
compraram dois sanduiches para comer e quando acabaram Amy-lee decidiu comprar
um terceiro para Nemo. Quando elas o encontraram ele comeu o sanduba enquanto
compartilhavam as informações, Nemo contou dos navios do porto, do mascarado
com chifres e dos caixotes e Stef-any falou do falso monstro e das “águas
santas”.
Depois de
pensarem um pouco a ficha finalmente caiu, os pontos foram ligados e eles
descobriram o que estava acontecendo no local. Aquilo não era apenas um porto
clandestino, era uma base de operações para tomar o controle de todo o comércio
marinho daquela região e assim destruir as cidades que dependem dele como Bahia
da lua.
Antes que
pudessem bolar um plano para acabar com aquele lugar um alarme toca nos alto falantes
e uma grande correria toma conta do porto, os três pensaram se tratar do alarme
de intrusos e que seus disfarces tinham ido pro brejo e correram para se
esconder dentro do submarino.
Lá dentro a
correria parecia mais intensa, mas a voz do mascarado estava mais clara nos
autofalantes que repetiam:
-Atenção, navio
do país do ar zarpando de Perlápolis, preparem o Kraken para interceptação
imediata, repito, interceptação imediata, vamos mostrar para esses depravados quem
é que manda nessas águas santas.
-Ai caramba,
acho que entramos numa fria.
Diz Stef-any
ao perceber que eles acabaram entrando no Kraken, que era o nome do submarino e
agora tinham acabado de zarpar junto com ele.
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