sábado, 30 de novembro de 2013

Historia 1 - Capítulo 22 parte 3


A luta foi rápida e fácil, Igor, Neto, Cyborgvitor e Lady Elisama nem suaram para derrotar os meliantes, enquanto Lady Elisama e Neto os juntavam e os amarrava Igor enviou uma mensagem para a Dra.Stefany perguntando:

“Uso de arma de fogo autorizado?”

E então Lady Elisama começou a interrogar os prisioneiros, ela pegou o líder deles pela gola da camisa e gritou na cara dele:

-Vou perguntar mais uma vez, onde está o Ferb?

-Tudo que sei sobre ele é que ele faz parte das cinco sombras, uma das gangues mais poderosas da cidade, agindo independente do governo de Arkham City.

Responde ele tão assustando q urina nas calças, confuso Neto diz:

-Arkham City tem um governo?

-Tem, é controlado por um mafioso mundialmente famoso e poderoso chamado Hugo Struggle!

Responde Lady Elisama, Igor então começa a rir sarcasticamente e fala:

-Quem diria que até a cidade mais perigosa da Terra tem um governo, hilário.

Quando finalmente se sentiu satisfeita com o interrogatório, foi que Lady Elisama deixou a guangue ir e depois diz a seus companheiros:

-Vamos falar com Hugo Struggle, talvez ele possa nos explicar oque são essas cinco sombras e ...

Ela é interrompida pelo som da resposta da Dra.Stefany no celular de Igor, na mensagem estava escrito:

“Uso de armas de fogo é totalmente permitido, se for contra uma das gangues da região”.

Enquanto isso a Dra.Stefany é raptada, por uma rede terrorista que ficou sabendo de seus poderes sobrenaturais e queria usá-los para dominar o mundo. Ela acorda na sala de interrogatório, meio sonolenta pelas drogas que injetaram nela, dois homens entram na sala então começam a fazer um interrogatório perguntando:

-Quais são os seus poderes?

-Nãããããoooo lhe entenreça.

Responde ela dopada, com raiva o agente começa a estapeá-la com força até que é parado por seu colega, nesse ponto ela já havia recobrado a consciência e grita:

-Quem você pensa que é para me esbofetear?

-Se você se recusa a responder a pergunta educadamente não temos outra opção se não recorrer à força.

Responde o outro agente soltando o braço do companheiro que já parecia mais calmo, aquilo só a deixou mais furiosa e então ela gritou:

-Isso é ridículo, não sou sua subordinada para ficar lhe respondendo! Mero mortal!

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